Como economizar sem prejudicar a qualidade de sua preparação para concursos

Quem não sonha com uma boa remuneração atrelada à estabilidade financeira? A certeza de que até sua aposentadoria aquele valor está garantido leva um número cada vez maior de pessoas a se preparar para concursos públicos. A questão é como fazer isso sem gastar muito dinheiro, mas com a qualidade necessária para a aprovaçãomoedas.

Para auxiliar aqueles que estão se planejando os concursos públicos de 2015, preparei uma série de dicas com o objetivo de escutar com muita economia!

  1. Saber o que quer ajuda (e muito!) a economizar tempo e dinheiro

Provavelmente você já deve ter definido que você quer mesmo é ser funcionário público. Tudo bem, mas qual é o cargo dos seus sonhos? Ou, pelo menos, qual é o concurso para o qual possui maiores chances de passar? É fundamental que se tome essa decisão o quanto antes, pois o concursando que não sabe muito bem qual concurso quer prestar, tende a perder muito tempo e dinheiro comprando material, apostilas e pagando inscrições de concursos para os quais nem se preparou bem. Assim, o primeiro passo para um planejamento é definir qual será o seu foco em 2015. Você já possui uma boa base e agora vai se dedicar para um tipo de concurso específico? Então identifique suas fraquezas e carências e veja o que é necessário para supri-las.

Agora, se o seu caso é daquele que irá iniciar seus estudos em 2015, então comece devagar. Saiba que precisará estudar as matérias do concurso que escolher, antes mesmo de sair o edital, para chegar na prova com boas chances de passar. Por conta disso é importante ter o quanto antes o objetivo traçado (é policial que quer ser? Ou é um técnico judiciário?), pois sabendo qual será o seu concurso, você poderá escolher desde já qual turma ou apostila te atende melhor, não gastando dinheiro, por exemplo, com turmas regulares muito longas que possuem disciplinas que nem caem na sua prova.

  1. Com cuidado e atenção, a internet pode ser uma grande aliada

Hoje em dia possuímos muitos blogs de concursandos e professores com conteúdo atualizado, de qualidade e inteiramente gratuito! Veja com quem já está se preparando há mais tempo e veja quais são os melhores para a área de seu concurso. Esses sites costumam fornecer dicas em posts e vídeos com os temas mais atuais e tudo de graça. Sem falar em algumas promoções e descontos especiais. Dessa forma você vai conseguir se manter atualizado e estudar sem gastar nada, mas é preciso disciplina! A tentação de abrir várias abas é grande.

  1. Economizando na preparação online e presencial

Cursos online geram menos gastos, seja com transporte, alimentação e tempo, costumando ser mais baratos que os respectivos presenciais. Se você possui a disciplina necessária, pode ser uma boa pedida se preparar com cursos na modalidade à distância. Fique antenado para as promoções que os cursos costumam fazer em datas comemorativas, como as de finais-de-ano. Você pode economizar muito dinheiro aqui!

Os cursos presenciais, quando já lançado o edital, tem por costume promover aulões gratuitos beneficentes. Normalmente eles convidam os principais professores para dar aquelas dicas mais quentes durante um sábado inteiro. Fique então de olho nos principais cursos de sua área e não perca essa oportunidade!

  1. Economize com livros e apostilas

O mercado para concursos possui hoje um vasto catálogo de livros e apostilas de qualidade, mas que demandam um investimento alto em alguns casos. Uma solução é comprar só aqueles livros das matérias que você tem mais dificuldade e consultar na biblioteca os demais. Muitos professores nos seus sites disponibilizam gratuitamente apostilas e material de qualidade para seus alunos. Garimpar esse conteúdo é uma ótima dica! Agora, se você possui um colega cuidadoso, dividir os livros também é uma boa opção.

Com relação às disciplinas que não se sujeitam a muitas mudanças, pode ser uma boa opção de economia pegar emprestado livros de até dois anos atrás. Cuidado só com os livros de direito, estes são mais perigosos, pois desatualizam com extrema rapidez.

  1. Vida social, mas com moderação

Ao tomar a decisão de estudar para concurso inevitavelmente você diminuirá suas saídas para noitadas, praia, etc. Isso ajudará a economizar para que invista em material. Encare esta nova rotina como uma forma de economizar não só tempo e energias, mas também recursos financeiros.

  1. Cuidado com a barato que sai caro

Economizar é sempre bom e, como disse acima, hoje temos muitas opções de materiais gratuitos na internet. Claro é que nem tudo dá para pegar de graça, então segure a tentação de comprar a apostila com mais páginas e que é a mais barata, pois não necessariamente esta será a melhor. Se informe antes com seu professor ou em grupos na internet para saber se vale a pena.

  1. Pesquise para gastar menos

Muitos sites hoje que oferecem serviços de resoluções de questões ou acompanhamento de jurisprudência possuem modalidade de conta gratuita. É uma ótima forma de economizar e ter acesso a material de qualidade! Além disso, os tribunais superiores, como o TST, STF e STJ disponibilizam em seus sites revistas, apostilas e manuais que auxiliam em muito os candidatos. Fica a dica!

Marcello Leal, professor do site Questões de Concursos

 

Notícias do STF: processos penais em curso não podem ser considerados maus antecedentes

stf“A existência de inquéritos policiais ou de ações penais sem trânsito em julgado não podem ser considerados como maus antecedentes para fins de dosimetria da pena”. Essa foi a tese firmada pelo Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF), na tarde desta quarta-feira (17), durante o julgamento do Recurso Extraordinário (RE) 591054, com repercussão geral reconhecida. Sobre a matéria, há pelo menos 73 processos nos quais deverá ser aplicado esse entendimento.

No recurso, interposto pelo Ministério Público do Estado de Santa Catarina, se discutia a possibilidade de considerar como maus antecedentes, para fins de dosimetria da pena, a existência de procedimentos criminais em andamento contra o sentenciado.

O exame da questão teve início no dia 5 de junho deste ano e voltou hoje à análise do Plenário para a sua conclusão com a leitura do voto do ministro Celso de Mello. Ele acompanhou o entendimento do relator, ministro Marco Aurélio, pelo desprovimento do recurso. Naquela ocasião, o relator lembrou que o artigo 5º, inciso LVII, da Constituição Federal traz a garantia de que ninguém será considerado culpado antes do trânsito em julgado de sentença condenatória.

Segundo o relator, para efeito de aumento da pena somente podem ser valoradas como maus antecedentes decisões condenatórias irrecorríveis, sendo impossível considerar para tanto investigações preliminares ou processos criminais em andamento, mesmo que estejam em fase recursal.

No mesmo sentido, o ministro Celso de Mello, ao seguir a maioria dos votos, deu sentido amplo ao princípio constitucional da presunção de inocência. Ele entendeu que não devem ser considerados como maus antecedentes: processos em andamento, sentenças condenatórias ainda não confirmadas (ou seja, recorríveis), indiciamentos de inquérito policial, fatos posteriores não relacionados com o crime praticado em momento anterior, fatos anteriores à maioriadade penal ou sentenças absolutórias.

“Tais situações não permitem que se considere a existência de maus antecedentes diante de um direito fundamental constitucional que assegura, em favor de todos e de cada um de nós independentemente da natureza do ilícito penal supostamente perpetrado, o direito fundamental de sempre ser presumido inocente até o advento do trânsito em julgado”, ressaltou o ministro Celso de Mello.

A maioria da Corte seguiu o relator pelo desprovimento do RE, vencidos os ministros Ricardo Lewandowski, Rosa Weber, Luiz Fux e Cármen Lúcia.

Fonte: STF

BR Distribuidora! Um excelente concurso para fechar o ano!

Posto Hilário de Gouveia da Petrobras DistribuidoraA Petrobrás Distribuidora S. A. abriu novo edital para diversos cargos. Serão 2.072 vagas mais cadastro de reserva. As remunerações variam de R$ 3.095,97 a R$ 8.866,74.  A prova está prevista para dia 8 de março e a Cesgranrio está cuidando da seleção.

Na prova de nível médio, haverá uma primeira etapa de questões objetivas ou de múltipla escolha. Para Fernando Bentes, diretor do site Questões de Concursos, existe um equilíbrio muito grande entre as disciplinas de conhecimentos gerais, que valem 20 pontos e conhecimentos específicos, 30 pontos. “Isto mostra que a CESGRANRIO fará uma seleção de nivelamento, que testa se o candidato tem condições elementares de exercer seu cargo”, analisa.
A segunda etapa trará testes físicos e Bentes recomenda que o candidato comece seus treinamentos desde já. “Conheço pessoas muito preparadas intelectualmente que reprovam com facilidade em provas que cobram a etapa física. Para que isso não aconteça, basta programar a evolução de seu condicionamento físico até um mês antes da data da prova. Assim, sentirá mais confiança na hora das avaliações”, orienta. Outra dica importante, segundo Fernando, é procurar um especialista que possa fazer um cronograma de treinamento com base nos exercícios do edital. “Assim, o candidato pode ganhar produtividade, reduzir as chances de lesões e ainda economizar tempo para o estudo da etapa teórica”, aconselha.
Na prova de nível superior, a primeira etapa também trará questões objetivas ou de múltipla escolha. No entanto, seu objetivo é testar a expertise dos candidatos, o que se reflete numa pontuação bem maior dos conhecimentos específicos de cada cargo, que valem 45 num total de 70 pontos. Além deste diferencial, as matérias específicos também vão embasar as perguntas da segunda etapa, dissertativa, que vale 20 pontos totais. Como as perguntas cobrarão uma solução para problemas concretos, é essencial que o candidato treine como responder situações hipotéticas.
O especialista recomenda muito cuidado  nesta prova dissertativa. “Os últimos concursos ligados às empresas que circundam a Petrobrás têm cobrado exceções ou conhecimentos muito ligados à prática dos profissionais que já trabalham nessas instituições. Por isso, recomendo que o candidato se aproxime de pessoas que já exercem cargos neste grupo empresarial público para ter uma noção do que pode ser cobrado na prova”, alerta.
Bentes explica que a banca CESGRANRIO não costuma fazer provas complexas como o CESPE ou a FGV. No entanto, como a competição deve ser grande, o candidato deve fazer muitas questões de concursos passados para compreender o tipo de pergunta, o padrão de resposta e todo o estilo que envolve esta banca tradicional. Neste processo de estudo prático, recomendo que o candidato refaça a última prova da Petrobrás Distribuidora, os últimos concursos organizados pela CESGRANRIO e os concursos de instituições semelhantes, como a Petrobrás S. A., Transpetro, etc.

Maternidade e concurso público  

gravida estudandoHá algum tempo (época em que imperava a falta de bom senso) eu ouvia uma frase terrível que dizia que lugar de mulher era na cozinha. A frase, excessivamente machista, mostra uma situação vivida em um passado nem tão distante assim e que se perpetua, por incrível que pareça, nos dias de hoje. E não apenas pelos homens, mas também pelas próprias mulheres!

Certa vez, fui convidada a um evento e encontrei-me com uma jovem grávida de 7 meses a qual me questionou sobre a participação das mulheres no mercado de trabalho da administração pública. Ela estava acompanhada pelo marido e tocou no tema “maternidade”.

A preocupação da moça era passar no concurso concorrido e não ser empossada. Ela mesma havia passado por uma experiência, logo no início da gestação – quando a barriga ainda não está crescida o suficiente para as demais pessoas saberem sobre a gravidez -, de ser chamada para um emprego mas não ter sido contratada, após a entrevista final, por estar grávida. Claro, isso foi na iniciativa privada…

No entanto, a administração pública se difere muito da privada, inclusive nesse aspecto da contratação. Não há nada, nem lei nenhuma, que impeça uma mulher grávida de prestar concurso público ou de tomar posse. Enquanto em empresas particulares é muito comum mulheres não serem admitidas por conta de uma gravidez, queo, em geral, classificadas como “problema” pelas chefias. No serviço público, isso não ocorre, a menos que a mulher esteja na iminência do parto e, então, o que aconteceria é que, no mesmo ato, ela tomaria posse e entraria de licença.

A maternidade não interfere de jeito nenhum no trabalho da servidora. Quem nunca ouviu falar de serviços paralelos oferecidos às mães, como creches para os filhos durante o expediente? Isso é muito comum e não é visto, pela administração pública, como um “favor”. Países desenvolvidos precisam mesmo ter essa preocupação.  No Brasil, diversos órgãos públicos, de todos os poderes, têm sido sensíveis a essa questão e incentivado a aproximação de mães e seus bebês, principalmente em fase de amamentação.

Ainda durante nosso encontro, a jovem demonstrou estar dividida entre a maternidade e o interesse pela carreira pública. O marido, por manter dentro de casa a futura mãe dos filhos. Ambos com uns 22 anos, não mais.  E isso acabou suscitando reações de outros casais que estavam num bate-papo conosco. Confesso que fiquei surpresa com a posição de muitas moças em pensar em desistir de um emprego estável para ficar em casa porque o jovem marido não estava propenso a aceitar aquela nova realidade, ao mesmo tempo em que eles, sim, davam sinais de interesse pelos estudos para prestar concurso público.

Os olhares começaram a mudar, quando falei, por exemplo, sobre as creches e que é comum mulheres conciliarem maternidade e trabalho, falei também sobre salários, sobre o quanto é importante a participação das mulheres no orçamento doméstico. Hoje, estudos sérios de instituições respeitadas, como o IBGE, reforçam o que eu disse sobre a participação da mulher no mercado de trabalho e até mesmo como chefes de família.

Quem não ficaria satisfeito em ganhar 3, 4 e até 5 mil mês, em média tendo apenas o ensino médio? Um exemplo é o INSS que oferece remuneração acima de 4 mil reais.

Cláudia Jones é jornalista especializada e gerente de comunicação do site Questões de Concursos

Cláudia Jones é jornalista especializada e gerente de comunicação do site Questões de Concursos

Ou algo em torno de uns 10, 12 mil, ou até mais tendo nível superior em qualquer área? Por exemplo a Receita Federal. É um salário bastante razoável que pode, sim, garantir certa tranquilidade a toda a família, e não apenas a quem o conquistou – no caso, a mulher.  Dificilmente – mesmo! – alguém sem experiência e com apenas 18 anos ou em torno disso terá um salário tão atraente na iniciativa privada. Perguntei se algum dos participantes conhecia alguém com esse perfil, e o silêncio foi geral!

A partir do questionamento, surgiram outras dúvidas, entre elas, sobre estado civil, idade… Bem, nada impede que um casado ou um solteiro estudem, passem e tomem posse na administração pública. E nem que um jovem de 18 anos ou uma pessoa de pouco mais de 60 participem do mesmo processo seletivo. Não há restrição quanto a esses quesitos, basta estar apto e preencher as exigências do edital.

E como sempre digo ( e outros tantos especialistas), não há varinha de condão que faça uma pessoa passar em concurso público – e isso eu sempre digo aos estudantes os quais tiro dúvidas. É preciso estudar. Essa é a fórmula mágica! Sem isso, nada feito! O que vai valer é o que estiver no cartão-resposta, independente de gênero ou idade. O que você precisa é estabelecer a meta de conquistar o seu sonho e lutar por ele!

Dicas para Concurseiros que planejam viajar para prestar provas

estudando no onibusFazer prova em Estados diversos é uma rotina muito comum entre concurseiros, especialmente aqueles que estudam para tribunais, como: TRT, TJ, TRE, para área fiscal, Magistratura Federal e Procuradorias Municipais e Estaduais. Ocorre que, até o concurseiro tomar a decisão de começar a viajar para realizar provas, muitas dúvidas surgem: vale a pena? Sai caro? Quando sei que já estou preparado? Como escolher hotel?

Assim, sabendo de todas essas dúvidas e baseada na minha experiência em viagens de provas resolvi escrever algumas dicas para ajudá-los.

 

  1. Por que fazer provas em outros Estados?

 Bom, essa questão é bem simples, realizando provas em outros Estados você amplia as suas chances de ser aprovado. Além disso, quando for publicado o edital do cargo desejado no seu Estado você já terá maior experiência.

 

  1. Como saber se já estou preparado?

 Essa pergunta é muito comum e é o principal empecilho para que os concurseiros iniciem suas viagens. A maioria nunca se acha preparada para viajar, especialmente porque viajar implica em gastos, que nem sempre são baixos, e a reprovação faria com que todo o investimento fosse “jogado fora”.

 

Nesse momento o concurseiro deve fazer uma análise crítica de seu estudo: tenho me dedicado? Resolvo exercícios regularmente? Há quanto tempo estudo? Tenho tempo hábil até a prova? O lado emocional deve ser ignorado nesta análise, caso contrário, o candidato sempre achará que não estudou o suficiente e não tem condições de viajar.

 

Outro pensamento que deve ser ignorado é o de ter “jogado fora dinheiro” caso seja reprovado. Não pense assim! A cada prova você se torna mais experiente. Não adianta, realizar questões e simulados em casa ajuda muito na preparação, mas não retrata fielmente o cenário do dia da prova.

 

  1. Qual o momento ideal para reserva de hotel e como fazê-lo?

 

O candidato já deve, antes mesmo da publicação do edital, estar antenado as possíveis publicações e iniciar a pesquisa de hotel e passagem aérea ou de ônibus.

Muito cuidado, pois assim que publicado o edital a procura por hotel é muito grande e em cidades menores a oferta é relativamente baixa. Desta forma, não pense que tem muito tempo para decidir se irá fazer a prova e só depois decidir em qual hotel ficará. Assim que publicado o edital, de preferência no mesmo dia, reserve o hotel e compre as passagens.

Em concursos muito concorridos os hotéis com melhores preços e localizações esgotam rapidamente, acredite! Uma boa dica é reservar hotéis que possibilitem o cancelamento gratuito, mesmo que a tarifa seja um pouco mais cara, isso facilita caso precise mudar de hotel se seu local de prova for muito distante ou a prova seja adiada.

 

  1. Como escolher a localização?

 

Essa dúvida surge porque o candidato estará reservando um hotel sem saber o local de prova, o que ocorre em 99% dos casos. Portanto, quando não conhecer a cidade, procure sempre ficar próximo ao centro ou local que seja de fácil acesso a transporte público.  Hoje em dia nos grupos das redes sociais é muito comum encontrar concurseiros dispostos a ajudar dando dicas de localidades tranquilas e perigosas.

 

Para evitar problemas no hotel e garantir uma noite de sono tranquila pré-prova e evitar problemas como cheiro de mofo, cama desconfortável, hotéis velhos e com mal atendimento uma dica é procurar as grandes redes de hotelaria. Acredite, muitos possuem bons preços e eles sempre manterão o padrão de qualidade.

 

Caso não tenha um na cidade que você fará prova ou este estiver com o preço além do que pode pagar verifique nos sites de busca/reserva de hotéis o que os antigos hóspedes falaram sobre os outros hotéis. Este já será um bom termômetro.

 

  1. Vale a pena ficar em albergue?

 Eu nunca fiquei, mas muitos amigos já ficaram e não tiveram qualquer problema. Inclusive, relataram que haviam muitos outros concurseiros no mesmo local. Indico apenas que evite reservar o quarto mais barato, pois terá que dividi-lo com desconhecidos. Alguns chegam a ter 8, 12 camas. Reserve um quarto individual ou de casal.

 

 

  1. Vale a pena dividir quarto?

Esse ponto é muito pessoal. Eu não gosto de dividir quarto com estranhos e mesmo com amigos faço-o com cautela.

 

Dividir quarto é bom para diminuir custos e ter companhia, mas a escolha das pessoas erradas pode atrapalhar muito o seu descanso e sossego. Lembre-se, neste momento, do ditado: “amigos, amigos negócios a parte!”

 

Evite dividir quarto com concurseiros farreiros, se você é mais tranquilo, concurseiros estressados e ansioso demais e terroristas, que ficam imaginando sempre o pior cenário e tentando passar o pânico dele para os demais.

 

  1. Com qual antecedência devo viajar?

 

Viajar é um ato cansativo e é bom não subestimar este fato. Pegar a estrada, viajar de ônibus ou mesmo de avião gasta energia e você precisará de um tempo para repô-las antes de encarar a prova. Assim, se possível, planeje-se para chegar um dia antes do dia da prova. Se a prova é no domingo, é bom chegar na sexta ou no sábado para dar tempo de descansar e diminuir a ansiedade. Afinal, de nada adiantará chegar no mesmo dia da prova e ser vencido pelo cansaço. Fora a possibilidade de atraso em voos, trânsito etc.

 

  1. Transporte do aeroporto/hotel e hotel/aeroporto

 

Nos grupos das redes sociais há concurseiros que organizam serviço de van no caso de concursos grandes, como é o caso dos TRTs. Mas caso você não queria este serviço ou não tenha esta opção, vale a pena procurar com antecedência se a cidade possui algum serviço especializado de transporte até o local mais próximo do hotel. Muitas possuem ônibus executivos que custam entre R$7 e R$10 e levam do aeroporto a hotéis.

 

Outra possibilidade é pegar um taxi. Para diminuir os gastos dê uma olhada ao seu redor no aeroporto/rodoviária e verifique se há concurseiros próximo. Deixe a timidez de lado e pergunte para onde vão e se gostariam de dividir taxi. A maioria tem interesse em dividir taxi. E cá entre nós, reconhecer concurseiro é fácil, praticamente todos viajam com o vade mecum em mãos! rs

 

  1. Transporte do hotel para a prova e prova para o hotel

Assim que sair o local de prova acesse o Google Maps e veja a distância entre o hotel e o local de prova. Procure saber se existe transporte público para aquela localidade, horário de funcionamento e com qual frequência passa. Lembre-se que as provas sempre ocorrem no domingo, quando normalmente são reduzidas as quantidades de ônibus, trens e taxis. Se sua prova for de manhã tenha atenção redobrada.

Uma dica super legal é deixar na recepcção do hotel uma lista para que os outros concurseiros coloquem seus nomes, telefones, locais de prova e quarto. Isso facilita a formação de grupos para dividir taxi. Já participei de listas assim diversas vezes e super deu certo. Logo que chegar ao hotel pergunte se já existe alguma lista. Se não houver, peça papel emprestado e monte-a. Não esqueça de pedir aos funcionários que comentem com os outros hóspedes concurseiros sobre a existência da lista.

Caso escolha o taxi como meio de transporte até o local de prova, sempre reserve-o com antecedência. E, ainda assim, no dia da prova bem cedo, ligue confirmando a reserva. Já tive problemas com taxistas que simplesmente não apareceram no dia da prova e em cima da hora tive que pegar ônibus sem conhecer muito bem a cidade. Depois deste dia nunca mais deixei de confirmar a reserva e sempre tenho um pano B. Pode parecer complexo, mas essas providências te deixam mais tranquilo e evitam estresse momentos antes da prova.

 

  1. O que fazer no dia anterior à prova?

A resposta para esta pergunta é muito relativa, varia de pessoa para pessoa. Se você está seguro com o que estudou ou é o tipo de concurseiro que fica mais nervoso se estudar no dia anterior a prova, vá conhecer a cidade e passear. Contudo, se você está inseguro ou gosta de rever a matéria, estude.

No dia anterior a prova o concurseiro deve fazer aquilo que o deixa mais tranquilo e relaxado. Apenas evite dormir tarde, comer alimentos que não está acostumado ou muito gordurosos e ingerir bebida alcoólica. Quando fui fazer prova em Salvador estava doida para provar o verdadeiro Acarajé. Me controlei e esperei para comer apenas depois da prova. Imagina passar mal no dia e deixar de fazer a prova por gula? Não me perdoaria jamais!

 

  1. Alimentação no dia da prova

Algumas provas são aplicadas em 2 turnos ou o concurseiro opta por realizar prova para cargos diversos em turnos distintos e, muitas vezes, o almoço pode-se tornar um grande problema. No dia anterior busque no google restaurantes e lanchonetes próximos ao local de prova e certifique-se que funcionam aos domingos. Como “o seguro morreu de velho” sempre levo comigo um sanduiche para a hora do aperto. Não conte com vendedores ambulantes para comprar água e comida em frente ao local de prova. Acredite, já fiz prova em cidades em que simplesmente não havia nenhum.

 

  1. Prova o dia todo

Se você optou por fazer prova para 2 cargos distintos encare essa maratona como duas provas independentes. Conheço muitas pessoas que estudavam para analista, mas passaram para técnico de tribunal. Vale a pena sempre fazer as 2. Acha que vai ficar cansado? Isso é questão de treino durante os estudos. Realmente, quem estuda 1h/2h por dia dificilmente conseguirá ficar o dia todo fazendo prova com concentração. Então, treine bastante e simule provas.

Não fiquei muito preocupado com seu rendimento na prova da manhã. Acha que não foi bem? Esqueça e não fique conferindo gabarito no almoço. Se estiver com alguma dúvida muito grande em algum ponto verifique-o se houver possibilidade que seja cobrado na prova da tarde, mas não fique estudando. Você precisará do tempo do almoço para descansar e chegar preparado para a outra prova!

Por:  Deborah Cal- Blogueira e concuseira

Erros dos candidatos: parte 3

Constantemente, observamos candidatos cometendo erros durante a preparação. E esses erros pode atrasar a aprovação. Preparamos uma série de dicas de especialistas para dar um norte a quem estuda com a finalidade de ajudá-lo a evitar os erros que podem ser crucias na decisão do seu futuro.

João Mendes, especialista em concursos.

João Mendes, especialista em concursos.

Na terceira parte, trazemos o especialista em concursos, João Mendes

1.    Sensação do “Já Ganhou”

O candidato não pode “descansar”, ou seja, não pode achar que só porque comprou os melhores livros, ou está matriculado num bom curso, ou porque tem um histórico escolar bom, já está com a vitória certa.

2.    Falta de Treinamento

Um Jogo nunca está ganho até o apito final. Assim como um jogador deve ensaiar as jogadas excessivamente, o candidato deve treinar muito e a melhor forma de fazer isso é realizando questões de provas passadas. Muitas.

3.    Falta de Estratégia

Imagine uma partida de voleibol, sem organização e estratégia a vitória vira um fator de sorte ou depende de um lampejo de talento individual e isso não existe em concuso público.

Ninguém passa por sorte. Deve haver organização, disciplina, estudo estratégico do que mais cai em prova.

4.    Descontrole Emocional

Nervosismo e ansiedade são inimigos silenciosos e cruéis que desestabilizam o mais preparado dos candidatos.

5.    Ausência de um Plano B

O candidato precisa prever todos os cenários possíveis e antecipar soluções. Questões como “e se eu não passar dentro do tempo previsto?”, ou “e se o dinheiro acabar?”, ou “e se eu não passar na prova do concurso do meu sonho e a próxima for demorar anos para acontecer?”, ou “e se minha família começar a me pressionar demais?”. Enfim, preveja os riscos e se antecipe.

6.    Desconhecimento do Adversário

Em qualquer esporte em que haja competição, o atleta ou time precisa conhecer os pontos fortes e os pontos fracos do adversário. Da mesma forma, aquele que aspira um cargo público precisa conhecer seu “adversário”, ou seja, a prova e a banca. Saber o que a banca mais cobra, o que mais gosta, onde normalmente coloca a casca-de-banana.

7.    Desconhecimento Pessoal 

O candidato precisa se conhecer, saber onde é bom, onde não é bom. Explorar o seu melhor e corrigir o seu pior. Buscar suprir essas lacunas com bons livros, bons cursos, bons companheiros de estudo. Vale a máxima: “conhece-te a ti mesmo”.

Fraude em Concursos

estudando2 Muitos alunos me perguntam sobre fraudes em concursos e como podem romper com esta tendência perniciosa do Estado brasileiro. São concursos que se direcionam somente a terceirizados que já trabalham na empresa, fato que ocorre muito naquelas instituições que estão há anos sem fazer qualquer tipo de seleção pública.

O concurso público se baseia na qualidade, o que garante o bem servir à sociedade. A experiência é construída no dia a dia ou no curso de formação realizado após a aprovação. Se a experiência assumir um critério de sacralidade, nenhum jovem terá acesso a cargos e a Administração terá que contar sempre com os experientes, ainda que sejam muito limitados. O Judiciário já vem tomando diversas decisões condenando que os editais atribuam mais pontos à experiência profissional do que à titulação acadêmica. Assim, é priorizada a capacidade e qualidade do candidato, ao invés do fato de trabalhar há muito tempo em determinada tarefa. Um título de mestre ou doutor assegura uma capacidade de inteligência que pode ser fundamental ao serviço público. No entanto, o fato de alguém trabalhar há muito tempo numa carreira não assegura sua qualidade.

A Constituição de 1988 criou critérios mais rígidos para a ocupação de cargos públicos. Sendo assim, os políticos e gestores que estavam acostumados a colocar parentes e amigos em órgãos da Administração Direta e Indireta tiveram que sofisticar seus meios clientelistas. A maneira mais usual de utilizar um concurso público como mecanismo de distribuição de emprego é exigir requisitos muito específicos. A fraude é relativamente simples: diante da carência de pessoal, os gestores contratam seus afilhados para cargos de confiança ou empregos temporários; quando há possibilidade de concursos, o gestor estuda o currículo de seus afilhados e elabora um edital que somente eles possam cumprir; por fim, ainda influenciam as bancas para que realizem uma prova que cobre apenas os conteúdos que seus afilhados já sabem e estão acostumados e fazer no cotidiano. Obviamente, isto é inconstitucional. Viola o princípio da igualdade, que deve haver entre candidatos, e ainda ofende o princípio da eficiência, pois um concurso direcionado seleciona os afilhados e não os melhores.

É preciso que se compreenda o que é um concurso público, que possui vantagens e desvantagens. A prova não pode selecionar a ética de um candidato, nem atestar se a experiência que acumulou é positiva ou negativa. Há pessoas que trabalham há 30 anos em algumas atividades, mas permanecem sendo péssimas. O que um concurso seleciona é a inteligência e sabedoria. O mérito é o principal critério, por isso, as provas devem ser bem elaboradas, para atestar quais candidatos são mais capazes e estão aptos a cumprir suas funções. A única flexibilidade deste critério é norteada pelo princípio da igualdade substancial, quando o Estado usa o concurso com um mecanismo de inserção social, como a política cotas para deficientes físicos e negros.

Fora desta exceção, só o mérito deve direcionar os concursos. Por isso, que os candidatos fiquem atentos e procurem a Justiça para não serem vítimas desta fraude imperdoável, de um país que já deveria ter estancado esta práticas desde 1988.

Por: Fernando Bentes, diretor do site Questões de Concursos

 

Férias:  tempo de estudar ou de lazer?

estudos e feriasA chegada do fim de ano nos remete a férias, viagens… Nesse período das festas de fim de ano, é comum nos envolvermos com o planejamento do merecido descanso após um ano de trabalho intenso, faculdade, compromissos. No entanto, relaxar nos estudos pode significar por a perder todo o planejamento e empenho desenvolvido ao longo do ano que chega ao fim.

Boa parte dos candidatos tem como hábito preparar um cronograma de estudos para, ao longo do ano, ser cumprido gradativamente. É assim que se costuma “profissionalizar”, como costumo dizer, o hábito de estudar: seja em um curso ou em casa, mas com organização necessária a quem pretende mesmo conquistar uma vaga no serviço público.

Um planejamento cuidadoso prevê momentos de lazer, de descanso, férias, sem dúvida. É importante “parar” em alguns momentos para conseguirmos o “combustível” necessário para dar continuidade a nossos objetivos. No entanto, esses momentos de folga não devem prejudicar tudo o que planejamos para sermos bem sucedidos no momento da prova.

Essa tem sido uma dúvida recorrente junto a alguns estudantes. Não há como obrigar ninguém a usar o tempo livre das férias para se debruçar sobre livros e apostilas, até porque sabemos o quanto é difícil sonhar tanto com essa época e de repente se ver obrigado a abrir mão dela. De fato, ninguém é obrigado a nada – e nem será de bom tamanho você se sentir forçado a estudar estando seu pensamento voltado para a praia, chope com amigos, futebol, passeios… Porém, é necessário estabelecer prioridades na vida e passar em concurso público deve ser a sua meta número 1.

Imagine que, nos próximos meses, você de fato estará sem ou, no máximo, com pouco tempo disponível, mas quando ingressar na administração pública – o que, dependendo do seu mérito, exclusivamente, poderá ocorrer em breve – todos os seus esforços terão sido recompensados. Aí, com salário à altura, poderá desfrutar merecidas férias sem uma preocupação muito comum a trabalhadores da iniciativa privada: se quando retornar ainda terá mesmo o emprego garantido.

Neste mês de dezembro, aconselho todos os candidatos a não perderem o foco, o objetivo. Ter um tempo a mais para se preparar adequadamente, seja nas férias ou festas de fim de ano, pode ser fundamental e fazer a diferença entre você e seus adversários. Esse tempo pode ser aproveitado para aprofundar seus conhecimentos ou apenas tirar dúvidas, refazer exercícios, provas da mesma banca que organizadora, simulados, tudo de acordo com o processo seletivo que se candidatou ou se candidatará.

Não vale a pena desperdiçar oportunidades. Imagine tudo o que deixou de lado – família, namorado(a), amigos – e faça mais esse esforço. Respire fundo e vá em frente. Aproveite o tempo disponível e se reúna com outros candidatos, monte grupos de estudo para que uns auxiliem os outros nas disciplinas com maior grau de dificuldade. Se, até agora, teve o hábito de estudar, digamos, quatro horas diárias, mantenha esse ritmo.  Ainda ficarão outras 20 horas e, nelas, estando de férias, terá tempo de sobra para se divertir. Ao longo do mês, sugiro até mesmo que chegue a seis horas diárias, já que nenhum outro compromisso sério o deixará cansado.

Se você faz parte do time que ainda não se decidiu sobre garantir seu futuro prestando um concurso público, essa é a hora. Nunca é tarde para alcançar a tão sonhada estabilidade financeira. E, cá entre nós, depois não faltará dinheiro no bolso para você aproveitar merecidas férias. Pense nisso e bons estudos!

Por Cláudia Jones, jornalista especializada em concursos

Para passar em concurso público

images (29)Como passar em concurso público? Você já deve ter se perguntando sobre isso ou lido inúmeras dicas a respeito na internet, ou mesmo ouvido essas dicas de algum professor de cursinho preparatório. Certamente essas dicas são valiosas, mas a resposta precisa mesmo estar dentro de você.

Digo isso porque você precisa estar certo de que “não está velho para estudar”, por exemplo. Ou que ainda tem capacidade para encarar o desafio dos livros e apostilas mesmo estando afastado muitos anos dos livros. Ou ainda pensar que é melhor começar a preparação logo, enquanto ainda é bem jovem, para garantir o futuro tranquilo financeiramente.

Bem, seja lá qual o perfil que você tenha – de 18 a 65 anos – é preciso se programar para estudar e investir nisso. Guarde algumas economias para comprar bons livros e se matricular em um bom curso – pegue referências para não cair em ciladas. Depois, reserve tempo para esses estudos – que podem durar um pouco mais ou um pouco menos, de acordo com sua disponibilidade.

Quero lembrar que tudo isso não há professor que ensine. Vai partir de você a decisão de estar antenado no mundo dos concursos e se dedicar a isso. Não tem outra forma de passar para o serviço público.

Será que agora respondi a pergunta mais feita nas salas de aulas nos últimos tempos? Espero que sim. Vá em frente e não desanime. Tudo é uma questão de tempo apenas. Mais cedo ou mais tarde, com empenho, eu sou capaz de garantir que você conquistará, sim, a sua vaga.

Por: Cláudia Jones

Bons estudos!

 

A Definição de Metas de Estudo

metasAs metas em um estudo são muito importantes. Quando a pessoa está no ensino médio ou superior, geralmente, existem diversas avaliações que dão a chance de o aluno se recuperar. Porém, em um preparo para concursos públicos, a situação é mais grave, pois só existe um momento, isolado e pontual, que pode definir todo o futuro de uma dedicação: a data da prova. No horizonte do candidato há sempre um esgotamento do tempo, como se o relógio de uma bomba estivesse correndo contra ele. Mas isto não é motivo de desespero.
O ideal é uma planejamento que se baseia no edital do concurso anterior. O candidato deve se nortear por dois critérios: as matérias que menos sabe e as que valem mais. Estudar o que já sabe, vai agregar alguns poucos acertos na prova. Dedicar o mesmo tempo a uma disciplina que conta 10 pontos, contra outra que conta 50 pontos, é ilógico.
Após fixar a data final do estudo – o dia da prova – e conferir as disciplinas mais importantes, o candidato deve fazer o planejamento de estudo teórico. Aulas presenciais são boas pela possibilidade de tirar dúvida, enquanto as aulas pela internet, têm professores melhores e não exigem um custo econômico e físico com deslocamento. O material escrito, em livros e apostilas impressos ou virtuais permite uma preparação mais profunda, atenta e veloz, mas a pessoa deve ter bastante concentração. Nesta etapa, o candidato deve escolher o modelo de preparação que mais lhe atenda e equacionar quanto tempo demora para estudar todo o conteúdo do edital.
Iniciada a abordagem teórica, o candidato precisa definir sua meta de acerto. 50%, 75%, 95% da prova? O ideal é uma estimativa de 100%, num processo gradual. Por isso, deve entremear o estudo teórico com a prática, por meio de questões de concursos. Pode se fixar na última prova daquele cargo e instituição, depois, parte para os certames anteriores organizados pela banca. Se perceber que seu índice de erros é maior em alguma disciplina, deve separar um tempo para aprofundar seu estudo teórico.
Quanto mais acertar questões, menos nervoso ficará durante a prova, porque estará acostumado a resolver questões daquele perfil de banca, com o mesmo tipo de pergunta e que adota o mesmo padrão de resposta. Obviamente, isto também aumentará sua chances de passar na prova.
Sem estas metas, o candidato terá um estudo errante, sem produtividade e, pior, sem meios de medir a melhoria em sua aprendizagem.
Se não cumprir alguma meta, não tem importância, pelo menos, terá chegado perto. Ninguém nunca conseguirá estudar tudo que gostaria até a data da prova.
Outra necessidade importante é ter uma margem de flexibilidade para fazer pequenas adaptações necessárias ao longo do estudo. Isto pode ocorrer quando o edital é lançado e muda alguma disciplina que afeta sua preparação; se o candidato percebe que sua produtividade num tema está muito baixa; caso observe que precisa estudar mais um assunto, porque certa banca sempre o cobra nas provas. Não tenha medo de sair do roteiro, contanto que se preserve a estratégia geral de estudo.
Se cumprir estas diretrizes, aquela bomba-relógio da preparação não vai explodir no dia da prova. Ao contrário, servirá apenas como um cronômetro que conta o tempo para a aprovação do candidato.
Por Fernando Bentes, diretor acadêmico do site Questões de Concursos