Aprovado para 2º Tenente da PM-SP prova que QC é essencial na aprovação de concursos internos de órgãos.

Nilso Ricardo-aluno QCNossa maior felicidade é quando recebemos a boa notícia da aprovação dos nossos estudantes. Sabemos que a caminhada é árdua, que nada é tão fácil e que manter-se na maratona requer fatores essenciais como determinação, extremo cuidado e equilíbrio, entre outros. Qualquer desvio pode ser fatal. Aqueles que se mantêm na trajetória são merecedores de aplausos, pois ali está um campeão de verdade!

A nossa maior inspiração, que é você, está agora assumindo um papel merecedor de sua conquista: servir o cidadão! E, temos toda a convicção que este papel será desempenhado com muito êxito e dedicação. A mesma dedicação, a qual a preparação recebeu! Desejamos sucesso nessa nova jornada que eu bons frutos possam render a todos que dependam da atenção de nossos Servidores Públicos!
Os depoimentos que recebemos de nossos aprovados, podem contribuir e muito para a caminhada de quem está nesse propósito e, por isso compartilhamos com todos vocês! Esta é a história de  Nilson Ricardo dos Santos, que mora na Grande São Paulo e tem 37 anos.
“Sou Cabo da Polícia Militar do Estado de São Paulo. Possuo licenciatura em Letras pela UMC e sempre tive um grande desejo de alcançar a aprovação em algum concurso público de nível superior que pudesse proporcionar-me melhores condições de vida.

Após um tempo refletindo e analisando as possibilidades, resolvi permanecer na Corporação, entrando na disputa para o Oficialato, no posto de 2º Tenente, num quadro específico para policiais com 15 anos de serviço ativo e o nível superior completo. Por se tratar de um concurso interno, muitos podem pensar que seria mais fácil, mas na verdade a grande maioria dos que conseguem tal intento o fazem depois de duas, três ou até mais tentativas. Geralmente a relação de candidatos/vaga gira em torno de 52/1. Portanto sabia que precisava me preparar para alcançar a tão sonhada aprovação.

O certame é promovido pela Vunesp, e é dividido em duas partes principais: a prova objetiva, com 100 questões valendo 70 pontos e a redação valendo 30 pontos. Entre as matérias a estudar estão: Direito Penal e Processual Penal, Direito Militar, Direito Administrativo, Direito Constitucional, Leis de Interesse da PM (entre elas o Sinajuve, ECA, Lei de Tortura, Lei de Abuso de Autoridade, Lei de Drogas, etc), Normas Administrativas, Língua Portuguesa (incluindo oito obras de literatura nacional), História (incluindo história da Polícia Militar), Matemática e Raciocínio Lógico e Atualidades. Ufa!

Na prova objetiva consegui 51,8 pontos dos 70 possíveis, e mais 24 pontos dos 30 em disputa na redação, o suficiente para colocar-me em 31º lugar num total de 60 habilitados. Uma alegria imensurável para mim e minha família. E o melhor: foi na primeira tentativa!

Como consegui isso? O que eu poderia dizer aos que estão começando a estudar e almejam a carreira pública? Bem, podemos encontrar livros sobre o tema escritos por grandes especialistas em concursos, e aconselho que leiam alguns. Precisamos ter um norte para começar. Aqui falarei brevemente apenas de minha experiência. Para alguns talvez seja inútil. Muitas coisas que vou escrever talvez já estejam fazendo. Outras parecerão clichês. Mas se alguma coisa escrita aqui for útil para que alguém seja aprovado já valeu a pena!

A PREPARAÇÃO

Como disse anteriormente, pode parecer clichê, mas colocar como primeiro passo “a preparação” é uma das coisas mais úteis que eu poderia dizer aqui. Seis meses do início dos estudos já começara a desenhar em minha mente como deveria ser a rotina de estudos, o tempo diário, a busca pelo melhor método, as privações que teria que passar e etc. Foi um condicionamento mental. Fazendo uma comparação grotesca, é como se daqui a seis meses eu fosse cumprir uma pena em regime fechado e, para não surtar, precisaria de preparo psicológico e emocional. É algo extremamente pessoal, que você deve fazer sozinho. Afinal, estudar para o concurso é como estar num deserto. É uma atividade solitária e cansativa. Se eu não estivesse preparado fatalmente desistiria no meio do caminho.

FOCO É POUCO

Parafraseando um grande amigo aprovado dois anos antes no mesmo concurso, não basta estar focado na meta de ser aprovado. Precisa ser uma obsessão. Nenhum outro interesse deve estar na frente de seu projeto. Nada de atividades paralelas. Vou dar um exemplo: não dá pra fazer curso de inglês e estudar para o concurso! Resumindo: cancele qualquer atividade paralela que possa desviar-lhe tempo e fazê-lo gastar energia.

Eu colocaria duas exceções: as atividades físicas moderadas e as atividades religiosas. Sem me aprofundar, digo que as atividades físicas fazem seu cérebro funcionar melhor. Já as atividades religiosas podem fazer com que os poderes dos céus ajam em seu benefício. Creio que Deus pode fazer por nós mais do que nós mesmos, quando somamos esforço próprio à fidelidade a Seus mandamentos. Entendo assim.

UMA CONSIDERÁVEL MUDANÇA

O comportamento também mudou. Sentia-me muito chato. Fiquei um cara sem assunto. Só pensava nas matérias, só falava das coisas que estava aprendendo e esqueci-me até do futebol. Aliás, dois dias depois da prova percebi que não havia aditivo no radiador do carro, nem óleo da direção hidráulica, e os pneus imploravam por uma calibragem! Não façam isso, mas no meu caso foi quase involuntário. Esqueci mesmo, de quase tudo.

Todas as noites e manhãs eu orava pedindo ajuda ao Pai Celestial para que me acrescentasse inteligência e fizesse com que eu tivesse facilidade de assimilar as matérias. À medida que o tempo passava, sentia que estava amadurecendo para a aprovação, porque a confiança ficava cada vez maior.

Também fiz uma lista, expondo a mim mesmo os motivos pelos quais eu desejava ser aprovado. Listei quinze motivos. Lia-os frequentemente para lembrar e não fraquejar.

Outra coisa que vou contar e que muita gente vai dar risada. Num dos simulados do cursinho presencial, fui fazer a prova de bermuda e chinelos, como muitos colegas. Todos riam e conversavam animadamente antes do simulado. Depois da prova objetiva saí para dar um passeio, chegando em cima da hora para fazer a redação. Demorei a conseguir concentração para emplacar um raciocínio. Fui muito mal. E cheguei a uma conclusão curiosa: a gente precisa ter RESPEITO pela prova (!), mesmo nos treinos e simulados. Precisa ter a mente focada, um comportamento mais reverente e vestimentas mais adequadas à situação. Besteira? Sei não hein…

Não há espaço para ficar relaxado, precisamos ser sérios, fazer as coisas de forma reverente, concentrada! A prova não é lazer para que façamos de chinelos, e os simulados devem retratar de forma mais marcial possível o que seria a realidade. Podem rir se quiserem, mas tive essa impressão na mente logo depois do término do simulado. E melhorei muito meu desempenho depois disso. Adquiri um sentimento de respeito por tudo que vinha fazendo.

ORGANIZAÇÃO

Fundamental estar organizado, e ser constante. Eu preparei uma agenda geral de estudos, depois uma agenda semanal e por último uma agenda diária. Refazia e revia em caso de necessidade, mas estava sempre mexendo na agenda. Contava as horas de estudos por matéria, as horas totais e as horas por mês. E muito importante: por exemplo, se você se propôs a estudar X horas de Direito Penal naquela semana, seja uma pessoa de palavra e cumpra sua meta! Isso vai mexer com seus brios, aumentar sua disciplina e dar-lhe ânimo para continuar progredindo. Nunca se deve passar um único dia sem estudar.

Antes de começar efetivamente a estudar, reservei dois meses juntando material, item por item do edital, um por um. Incrível como a gente pode encontrar material de excelente qualidade no youtube.com, de graça. Mas claro que isso não seria suficiente. Também me matriculei num cursinho. Além disso, como complemento, assinei o site “qconcursos.com”, que me deu acesso às questões de concurso de praticamente todas as matérias, podendo filtrar por banca, matéria, tema, nível de dificuldade etc. Você pode imprimir uma lista de questões e fazer off line, ou ainda realizar exercícios on line, e ainda pode se beneficiar dos comentários dos usuários do site abaixo das perguntas. O site possui inúmeras funcionalidades. Vale a pena conferir o conteúdo.

Utilizar o “qconcursos.com” foi fundamental para minha aprovação. Por meio do site eu pude por em prática o conteúdo teórico estudado. Um verdadeiro treino. Muitas vezes eu estudava a matéria, mas me impressionava com a quantidade de erros ao fazer as questões. Com os erros eu aprendi a me defender das pegadinhas das bancas. Muitas vezes eu errava a questão no site e não entendia o motivo. Qual era minha surpresa ao ver que quase sempre um dos usuários deixa um comentário logo abaixo da questão, explicando algo sobre o tema que tirava minha dúvida. Esses comentários eram verdadeiras aulas para mim.

FAZENDO PLANOS E ESTATÍTICAS

Outra coisa que me acostumei a fazer foi medir as coisas pra saber onde eu deveria me colocar no contexto da aprovação.  Quantas questões eu pretendo acertar em cada matéria? Durante determinados períodos da preparação buscava saber, por exemplo: “quantas questões de história eu acertaria se a prova fosse hoje?”. Quanto acertou o primeiro colocado? Quando acertou o 60º? Qual foi a média de acertos e notas de redação? Quantos pontos eu faria se a prova fosse hoje? Onde preciso focar para alavancar pontos onde outros vão errar?

No site do “qconcursos.com” você ainda pode medir seus erros e acertos, porque seu desempenho fica registrado justamente para que você possa mensurar suas reais possibilidades de aprovação. Isso ajudou bastante, porque eu sabia que estava melhorando à medida que o tempo passava.

No começo eu coloquei na cabeça que precisava focar nas matérias de conhecimentos profissionais. Afinal, são 50 questões valendo um ponto cada. Nas matérias de conhecimentos gerais você consegue apenas 0,4 por acerto, então vamos deixar essas matérias um pouco de lado. Certo? Errado!

Cada ponto é importante, cada décimo é importante, cada questão certa é importante. Fico imaginando que os que não conseguiram desta vez ficaram tristes, com razão. Mas imaginem a sentimento do 61º colocado? A nota dele foi 0,1 abaixo do 60º. E uma questão de conhecimentos gerais vale 0,4…

CONCLUSÃO

Bem amigos, como eu disse no início, essas são apenas as MINHAS experiências. Cada um adapte para si mesmo naquilo que considerar útil, porque o que funcionou pra mim pode não funcionar para fulano ou beltrano. Muitas dessas coisas talvez vocês já estejam fazendo. Resolvi compartilhar porque pra mim deu certo. Estudei nove meses, totalizando 618 horas e passei em 31º na primeira tentativa.

Em resumo: bastou estar preparado, focado, organizado, estudar intensamente, utilizar as ferramentas corretas e colocar a confiança em Deus.

Não me considero melhor que ninguém, absolutamente. Como disse no início, tenho um profundo respeito por todos os colegas que se esforçaram, mas não conseguiram. Sou grato ao Pai Celestial pela benção recebida. Sou grato também a todos que me ajudaram a conseguir a tão sonhada aprovação.

Um forte abraço a todos e boa sorte!”

Comece a trilha agora mesmo o seu caminho para o sucesso! estude pelo QC

 

PRF: como estudar para esse concurso?

PRFO concurso da PRF exige, acima de tudo, perfil para o trabalho na área policial, tempo para se dedicar aos plantões em rodovias federais e disponibilidade para se deslocar para diversas regiões do Brasil. No entanto, a remuneração é bem razoável e a instituição vem melhorando paulatinamente sua estrutura, o que é garantia de uma recompensa profissional.

Sendo assim, a concorrência deve ser grande. Além de um número na casa dos milhares de inscritos, a exigência do nível superior vai qualificar mais os interessados no pleito.

Recomendo um cuidado extremo com a disciplina de Física, principalmente, para aqueles formados em Ciências Humanas, que não estudam a matéria desde o ensino médio. Outra preocupação é a Legislação de Trânsito. Quem quiser passar na prova tem que estudar muito essa disciplina, saber todos os detalhes do Código de Trânsito e das normas mais importantes do Conselho Nacional de Trânsito.

Nas matérias jurídicas, recomendo que o candidato não leia resumos nem apostilas. O nível da prova vai ser mais puxado e a preparação deve ser mais completa. Recorra a livros atualizados. Alguns Manuais de Direito podem explicar melhor a matéria, citar a jurisprudência e ser bem didáticos. Os livros de Marcelo Novelino, Natália Masson e Rogério Grecco são bons exemplos.

Além de recorrer a livros e aulas de qualidade, o candidato precisa fazer muitos exercícios de provas anteriores e da banca, quando ela finalmente for escolhida.

Se ainda sobrar certo tempo, não deixe de fazer questões passadas de concursos congêneres, como da polícia federal, polícia civil e das instituições estaduais e municipais de trânsito.

Os candidatos da área jurídica saem na frente na concorrência, mas os demais também têm chances, se começarem seus estudos desde já. O aluno que nunca estudou Direito tem uma certa dificuldade em aprender seus conceitos e princípios. Por isso, deve sempre buscar materiais e aulas que sejam ricos em exemplos. Assim, podem visualizar melhor toda a teoria.

De resto, tudo dependerá de uma análise completa do último edital, traçar um plano de leitura e balancear o tempo de preparo com a vida social e o trabalho.

Boa sorte a Todos!

Fernando Bentes, diretor do site Questões de Concursos

Veja as provas anteriores para este concurso

Tira Dúvidas: indecisão sobre qual concurso fazer

Cláudia Jones é jornalista especializada e gerente de comunicação do site Questões de Concursos

Cláudia Jones é jornalista especializada e gerente de comunicação do site Questões de Concursos

Pessoal, diariamente recebo dúvidas de  candidatos e tento ajudá-los por meio de minha coluna no Jornal O Dia e também aqui no Blog QC. Recebi, dias desses, uma dúvida que, com certeza, pode ser a de muitos candidatos.

“Não tenho conseguido um emprego no mercado de trabalho apesar de estar tentando há muito tempo e estou pensando em iniciar meus estudos, mas ainda não sei qual concurso quero fazer. De qualquer forma, não quero perder esse gás e quero começar agora. O que tenho que estudar desde antes de saber em qual concurso vou me inscrever”? Norma- Penha
Que bom, Norma, que você está com o pique todo para começar a estudar para concursos, já que está sendo difícil conseguir uma colocação no mercado privado. Com toda a certeza está tomando uma decisão certa, pois você não dependerá de ninguém para posicioná-lo numa vaga de emprego, apenas do seu esforço e dedicação aos estudos. Em relação a qual a melhor forma de  iniciar os estudos, o ideal é começar pelas disciplinas básicas. Veja, por exemplo, português. Não há um só processo seletivo que essa disciplina não seja cobrada. Isso é fato! Assim, comece a estudar a partir dela. Não é uma das disciplinas mais fáceis, pelo contrário, você poderá até encontrar muitas dificuldades, mas você se acostumará a ver essa matéria de uma forma que, aos poucos, você irá tomando as rédeas e conseguirá dominá-la. Por outro lado, é justamente aqui, que o candidato começa a desanimar. Não desmonte diante da primeira dificuldade na  língua portuguesa, pois ela fará uma enorme diferença na sua preparação. Um outro ponto que você deverá ter conhecimentos é  técnicas de redação para concurso também é fundamental. Para você ter uma ideia, mesmo para concursos de nível médio, começa a ser cobrada- e é muito importante, de peso – nas provas. Podemos dizer que é até uma parte decisiva da prova, pois poderá elevar a pontuação do candidato ou até mesmo colocar a posição dele lá embaixo levando à desclassificação.

Paralelamente, há disciplinas que sempre são pedidas dependendo da área escolhida. Mesmo que você ainda não saiba em que concurso se inscreverá, não será má ideia já ter em mente, pelo menos, que área considera interessante. Vamos supor que seja a de tribunais. É fato que disciplinas como direito constitucional, por exemplo, serão cobradas na prova. Logo, mesmo que não saiba ainda o concurso que pretende concorrer, programe-se de modo a não perder tempo.

Antes mesmo de sair o edital, o ideal é criar uma agenda diária de estudos como forma de obter hábito de estudo e iniciar a preparação. Como  não sabemos quanto tempo teremos até a prova,após a publicação do edital, quem se antecipar sairá na frente. Quando ocorrer a escolha do dia da prova, o que provavelmente será logo após a divulgação do edital, não haverá muito tempo entre a divulgação da data e a data escolhida. Por isso não se pode perder tempo.

 

Acesse http://www.meuprimeiroconcurso.com.br e veja mais dicas valiosas!

Bons estudos!

Guia de estudos: antecipe-se para o MPE-RJ e saia na frente!

mpe rjO concurso para o Ministério Público do estado do Rio de Janeiro anunciado, antecipadamente, pelo procurador-geral de Justiça, Marfan Vieira vem movimentando candidatos de todo o estado. As vagas, que devem ser em torno de 200, serão dividas entre os cargos de técnicos e analistas. As remunerações, incluindo o vale alimentação, será de R$4.999,13. Já analistas terão chances nas carreiras processual, para graduados em Direito, e de Tecnologia da Informação, com remuneração de R$7.624,20, incluindo os R$825.

O último concurso para técnico e analista do MPE ocorreu em 2011. E, se mantiver o mesmo conteúdo prográmatico, serão 5 disciplinas: português,  informática, direito administrativo, direito constitucional, Organização do Ministério Público e estatuto dos funcionários públicos civis do estado do Rio de Janeiro. O candidato que inicia os estudos agora deverá atentar-se às atualizações das legislações.

De acordo com Deborah Cal, coach para concursos, enquanto o edital  não é publicado, a melhor forma de estudar para ele é analisar o último certame e iniciar os estudos das matérias que foram cobradas à época.

Deborah conta que as provas de servidores do MP/RJ costumam ter um nível de exigência um pouco mais elevado do que as de tribunais, por exemplo, mas que  isso não o torna difícil ou impossível. “O candidato deve estar bem preparado e, para isso é preciso estudar não só a letra de lei como também a doutrina”, orienta. Para a coach  é imprescindível a resolução de muitas questões anteriores. “Muitos candidatos acabam esquecendo de resolver provas anteriores e com isso perdem a oportunidade de observar os temas de predileção das bancas, a forma que cobram determinada matéria e até mesmo avaliar se o estudo está surtindo efeito”, alerta.

Segundo a coach,  é importante que os candidatos leiam-nas e verifique se estão de acordo com seu perfil, se gostaria de trabalhar naquele tipo de cargo. “Em todos os editais há uma área reservada para orientações sobre as atribuições do cargo”.  Ela revela que uma boa forma de conhecer um pouco mais sobre o cargo é procurar em grupos de estudo das mídias sociais servidores aprovados nos últimos concursos e pergunta-los sobre o dia a dia do trabalho.

Para facilitar a organização dos estudos, montamos duas tabelas de estudos para 4 e 8 horas, de acordo com a disponibilidade do candidato:

Tabela-mpe-rj-geral-1Jones

 

Tabela-mpe-rj-geral-2Jones

Estude pelo QC de acordo com o último edital:

 

  • Noções de Informática (comum a todos os cargos)

1. Internet;

2. Word;

3. EXCEL

  • Organização do Ministério Público (comum a todos os cargos)
  1. O Ministério Público na Constituição Federal de 1988: princípios, garantias, vedações, estrutura e funções institucionais; 2. Organização do Ministério Público: Lei n° 8625/93, Lei Complementar Estadual nº 106/03 e Lei Complementar n° 113/06;
  2. Regime Jurídico dos servidores do Ministério Público: Decreto-Lei Estadual 220/75 e suas alterações (Estatuto dos Funcionários Públicos Civis do Estado do Rio de Janeiro); Decreto Estadual 2.479/79 (Regulamento do Estatuto dos Funcionários Públicos Civis); Lei n° 5891/2011 - que dispõe sobre o Quadro Permanente dos Serviços Auxiliares do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro; 4. Lei Estadual 5.260/08 – dispõe sobre o regime de previdência de membros e servidores do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro.
  • Cargo de Técnico: (todas as áreas)
  • Noções de Direito Constitucional
  1. Direitos e deveres fundamentais; direitos e deveres individuais e coletivos, direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, direitos sociais, nacionalidade, cidadania e direitos políticos; garantias constitucionais individuais, garantias dos direitos coletivos, sociais e políticos. Princípios Constitucionais;
  2.  Normas constitucionais relativas à Administração Pública e aos servidores públicos da Administração Pública (Constituição Federal e Constituição Estadual);
  3.  Poder Judiciário: disposições gerais, do Supremo Tribunal Federal, do Superior Tribunal de Justiça, dos Tribunais e Juízes dos Estados;
  4. O Ministério Público na Constituição Federal de 1988 e na Constituição Estadual;
  5. Interpretação e hermenêutica constitucional.
  • Noções de Direito Administrativo
  1. Princípios de Direito Administrativo; 2. Da Administração Pública: direta e indireta;3. Atos Administrativos: elementos; atributos; classificações; espécies; anulação, revogação e convalidação: pressupostos, competência e efeitos; 4. Contratos Administrativos: formalização; espécies; licitação e suas modalidades; Lei 8.666/93;
  2. Recursos Administrativos: espécies; prazos; processos administrativos; espécies; a chamada

prescrição Administrativa; 6. Agentes Públicos Regimes Jurídicos; 7. Serviços Públicos;

  1. Controle da Administração Pública

Cargo de Técnico: Área Notificação e Atos Intimatórios 

Analista Administrativo

  • Direito Administrativo
  1. Princípios de Direito Administrativo; 2. Atos Administrativos: elementos; atributos; classificações; espécies; anulação, revogação e convalidação: pressupostos,competência e efeitos; 3. Contratos Administrativos: formalização; espécies; licitação e suas modalidades; Lei 8.666/93; 4. Recursos Administrativos: espécies; prazos; processos administrativos; espécies; a chamada prescrição Administrativa; 5. Agentes Públicos – Regimes Jurídicos;
  1. Restrições do Estado sobre a propriedade privada; 7. Serviços Públicos; 8. Responsabilidade Extracontratual do Estado; 9. Controle da Administração Pública; 10. Mandado de Segurança;
  2. Lei n.º 8.429/92 (Improbidade Administrativa)
  • Direito Constitucional
  1. Constituição (conceitos, classificação e supremacia); Princípios Constitucionais;
  2. Os poderes: Legislativo, Executivo e Judiciário e as funções essenciais à justiça;
  3. Normas constitucionais relativas à Administração Pública e aos servidores públicos da Administração Pública (Constituição Federal e Constituição Estadual);
  4.  A Fiscalização Contábil Financeira e Orçamentária (Tribunais de Contas); 5. O Ministério Público na Constituição Federal de 1988 e na Constituição Estadual – Princípios institucionais; 6. Controle de Constitucionalidade; 7. Interpretação e hermenêutica constitucional; 8. Ordem econômica e financeira.

Cargo de Analista: Área Processual

Bons estudos!

 

Saiba como estudar para o Banco do Brasil

BBCandidatos já se prepararam para o próximo concurso do Banco do Brasil para o cargo de escriturário nas regiões que não foram contempladas no último concurso, que teve provas aplicadas em 15 de março de 2015. em vigência. Segundo fontes, além do Rio, a seleção contemplará o Amazonas (parte do estado), Espírito Santo, Minas Gerais (parte), Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Santa Catarina (parte). A função exige o nível médio e proporciona rendimento inicial de R$ 3.280.

De acordo com Fernando Bentes, diretor do site Questões de Concursos, a prova de escriturário do BB seleciona candidatos que possuam uma boa formação de base. “É preciso que o candidato tenha um conhecimento mais sólido das disciplinas de ensino médio, o que pode garantir sucesso nas disciplinas de Língua Portuguesa, Raciocínio-Lógico, Domínio Produtivo da Informática e Língua Inglesa. As disciplinas que não se relacionam com o ensino médio, como Cultura Organizacional ou Conhecimentos Bancários, são de fácil aprendizagem, podem ser estudadas numa apostila ou resumo, e isto nivela todos os candidatos”, orienta.

 A primeira etapa possui prova objetiva com um peso grande para conhecimentos específicos, 70, contra apenas 30 de conhecimentos gerais. A segunda etapa terá uma prova de redação com valor de 100 pontos. Mais uma vez, quem tiver trilhado um bom percurso de formação no ensino médio, com a leitura de vários livros e o treinamento da escrita, será aprovado.
No entanto, não há motivo para desespero do candidato que reconhece sua carência na formação de base. Um estudo sério das disciplinas do edital pode ser um grande diferencial. Em Raciocínio-Lógico, proponho que faça muitos exercícios; em Língua Inglesa, terá que recorrer a manuais didáticos de fácil compreensão; em Língua Portuguesa, o candidato precisa recorrer a livros atualizados; em Redação, recomendo a simplicidade na escrita, sem adotar posições extremistas ou ofensivas e com apenas quatro parágrafos, um de introdução, dois de desenvolvimento e um último de conclusão.
De forma, geral, Bentes recomenda a todos os candidatos que comprem apostilas didáticas e façam uma bateria interminável de questões de concursos passados da CESGRANRIO, a banca organizadora.  Isto vai garantir uma familiaridade com o estilo de pergunta, o padrão de resposta, vai testar o conhecimento teórico do candidato e ainda vai simular quantos pontos fará na prova, apontando quais matérias ele já pode ter confiança e quais ainda precisa estudar mais, porque seu nível de erros permanece grande.
Para quem vai começar a estudar a partir de agora, é imprescindível organizar uma agenda de estudos e segui-la, como meta de aprovação! Muito importante, é o candidato separar um dia de lazer e descanso, pois é necessário. Se possível, exercitar-se diariamente, pois os exercícios físicos contribuem, e muito, para a oxigenação do cérebro.
 Diante disso, preparamos duas tabelas de estudos que servirá de modelo para que você possa adaptar à sua disponibilidade e necessidades.  A primeira é para o candidato com disponibilidade maior e a segunda para aqueles que possuem um tempo mais curto. escolha a sua  e bons estudos.
Tabela-BB-geral-1Jones
Tabela-BB-geral-2Jones
Aproveite e comece a estudar agora mesmo pelo QC.

Como conciliar os estudos para dois ou mais concursos?

images (29)Alguns cargos públicos são comuns a várias instituições. Por isso, os concursos costumam ser agrupados em torno de áreas como a fiscal, policial, de técnicos de tribunais, advocacia pública, magistratura e outras. Quando um candidato opta por um destes campos, suas chances de aprovação aumentam, porque estuda uma vez para tentar a aprovação em várias instituições diferentes. Sendo assim, pode fazer concurso para o cargo de fiscal na secretaria de fazenda do Rio de Janeiro, do Espírito Santo, de Vitória ou de São Paulo. Se preferir a função de técnico administrativo, pode fazer a prova de vinte e sete Tribunais de Justiça dos Estados, no TRE, no TRT ou no TRF de diferentes regiões do país. A escolha de fazer o concurso de uma área direciona o candidato a estudar um núcleo de matérias comuns a um cargo. Na área policial, por exemplo, Direito Penal, Direito Processual Penal e Direito Constitucional são importantes. Na área fiscal, Direito Tributário, Direito Administrativo e Direito Constitucional.

Quando uma instituição autorizar um concurso e lançar um edital, a preparação do candidato deve se alterar radicalmente. Acaba a fase do estudo generalista para uma área e começa um foco específico para aquele concurso. Neste momento, o candidato deve fazer as últimas provas daquele concurso, além de se concentrar em questões passadas da banca que será escolhida. Outra dica importante nesta fase de estudo é ler os livros dos membros que compõem a banca e conversar com candidatos aprovados, que podem dar dicas valiosas para o sucesso.
O problema ocorre quando candidato não faz concurso para uma área, mas para dois cargos absolutamente diferentes, como policial e fiscal. Não recomendo que faça isso, porque as suas chances de aprovação caem, ainda que possa encontrar algumas matérias semelhantes. Mais importante de tudo é o candidato escolher o tipo de vida que terá naquele cargo, se vai ter prazer em exercê-lo, se a remuneração compensa e outras decisões que passam mais pela escolha de um hábito de vida pública, do que simplesmente fazer vários concurso no desespero.

O melhor caminho é escolher uma área e estudar com afinco para ela. Ainda aconselho mais uma decisão que pode aumentar as chances de aprovação em um concurso: fazer provas para diferentes estados e cidades. Se a pessoa tem um parente doente que precisa de assistência, se a esposa ou marido trabalham fixamente numa cidade, esta possibilidade se reduz, porque o candidato deve se concentrar nas vagas mais próximas de sua família. Mas se esta conjuntura pessoal não atrapalha, acredito que o candidato deve ter a mente aberta para fazer prova em outras praças. Fazer concursos em diversas regiões nacionais multiplica a possibilidade de aprovação.
Por Fernando Bentes, diretor do site Questões de Concursos

Meu Primeiro Concurso Público: o que, como e quando estudar.

estudandoOs candidatos iniciantes em concurso público têm muitas dúvidas. O que os impede de participar, qual prova devem fazer, como estudar, além de outras questões. Este artigo dá uma orientação para que sua trajetória comece e termine muito bem.

Em geral, os concursos só exigem a maioridade de 18 anos, a quitação de obrigações eleitorais e militares (para os homens), a nacionalidade brasileira e a conclusão de um nível de formação, que pode ser fundamental, médio ou superior, de acordo com a exigência do concurso.

Alguns concursos policiais ainda fazem famigeradas exigências como proibição de quem tem “nome sujo” no SPC e Serasa. Mas não se espante, se você tiver problemas, uma ação jucial garante sua participação e aprovação normalmente.

Ler o edital é essencial, pois todo o segredo da aprovação está presente nele. O conteúdo que o candidato precisa estudar, o peso das disciplinas, o tipo de questão, a banca organizadora, o critério de desempate, tudo está presente no edital que deve ser lido atentamente para um adequado planejamento de estudos. O edital é o primeiro passo.

Muitos candidatos têm dúvidas sobre qual o modelo de curso devem fazer. O presencial é bom para quem está no início dos estudos e deseja tirar dúvida com o professor. No entanto, o curso on line traz uma série de vantagens: em regra, os professores são melhores, é mais barato, não há gasto com transporte ou alimentação, o horário de estudo é mais flexível e alguns sites até disponibilizam serviço de tira-dúvidas ou coaching que são bastante eficientes.

Este serviço educacional da internet pode apresentar problemas? Bom, se for um produto comprado, em sites respeitáveis, não há problema. O perigo existe quando o candidato recorre à clandestinidade, com materiais emprestados, defasados e, às vezes, resultado de cópias ilegais e criminosas. Neste caso, está perdendo tempo, ao invés de investir mais para um estudo de qualidade.

Pela troca de informações com pessoas que já foram aprovadas, o candidato pode seguir o conselho destes exemplos de sucesso para facilitar sua compra de serviços e produtos de qualidade. Isto vai facilitar a vida de quem está iniciando a preparação.

É preciso economizar para o essencial: material escrito de boa qualidade, aulas teóricas e questões de concursos passados. Tudo isso está presente em sites de grande respeitabilidade no mercado e que possuem preços bastante pequenos. Basta pesquisar e comparar os valores.

Em regra, o estudo rende melhor quando é solitário. Mas quando o candidato já evoluiu mais, é interessante estudar com outros colegas do mesmo nível, para uma troca de conhecimentos.

Finalizando este artigo, ainda cabe uma dica essencial: fazer uma revisão toda semana, para que a matéria seja mais fixada. Desta maneira, o que foi estudado estará sempre fresco na mente do candidato.

Por Fernando Bentes, diretor do site Questões de Concursos

Acompanhe dicas valiosas em http://www.meuprimeiroconcurso.com.br

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Divisão e Otimização do Estudo: o que estudar, em quantas horas?

estudos balançaMuitas pessoas pedem demissão para estudar para concursos públicos. É preciso pesar alguns fatores antes de tomar esta decisão. A pessoa deve ter certeza que não está satisfeita com seu trabalho, que possui dinheiro suficiente para investir em sua preparação, que já sabe o cargo para o qual deseja fazer prova e, principalmente, qual o nível de estudo já se encontra, para que não tenha que começar do zero. Caso esta avaliação conspire para que largue o emprego, acredito que valha muito à pena uma dedicação exclusiva ao estudo para concurso público.

Tomada esta decisão, o candidato vê apenas um corredor em sua frente: passar na prova. Por isso, é essencial um preparo com foco e produtividade. Acredito que a rotina e a disciplina devem ser estabelecidas e cumpridas fielmente. Fora isso, o exagero é prejudicial. Há pessoas que estudam 10, 12 horas por dia. Este excesso gera um estudo sem concentração. Outras estudam matéria que nem cairá na prova. Isso é contraproducente. O melhor segredo é estudar com intensidade, apenas as matérias que cairão na prova.

Geralmente, recomendo que a pessoa que trabalha estude a teoria aos sábados e domingos, reservando a semana para fazer questões de concursos passados. Quem pode se dedicar integralmente, deve estudar 8h por dia, intercalando duas horas de teoria com duas horas de teoria e com uma revisão na manhã de sábado e uma folga para descansar no domingo.

A primeira base é selecionar o último edital do concurso que deseja fazer. Ele será a base para extrair quais as disciplinas devem ser cobradas na próxima prova. Depois, deve dividir sua semana intercalando as matérias e o tipo de estudo, teórico ou prático, na forma abaixo:

TabelaBlog

As matérias discriminadas são apenas um exemplo. Para fazer sua própria tabela, basta o candidato ler o edital e preencher a agenda semanal de estudo. Mas nunca esqueça: estude mais as disciplinas que têm maior importância, ou seja, maior número de questões na prova ou maior peso.

Por: Fernando Bentes, diretor do site Questões de Concursos

Comece a estudar agora mesmo pelo site Qconcursos

 

Às estudantes guerreiras!

Não poderíamos deixar passar em branco o Dia Internacional da Mulher, celebrado neste  8 de março. Inicialmente, gostaria de fazer uma alusão à data e sua importância,mulher estuda que transcende o tempo em qualquer lugar do mundo.

 Desde os primórdios, sociedades patriarcais imputaram à mulher a submissão, a inexistência de direitos civis, a falta de “poder” sobre suas próprias vontades e o próprio corpo. Muita coisa mudou desde que mulheres russas lutaram por melhores condições de vida e trabalho e contra a entrada do país na Primeira Guerra Mundial,lá  no início do século XX, ou ainda antes, quando tecelãs da fábrica de tecidos Cotton, de Nova Iorque, Estados Unidos, decidiram cruzar os braços por condições mais dignas de trabalho e uma jornada menos escravizantes, antes mesmo que o século XIX começasse.

Aqui no Brasil,  o voto feminino foi um dos maiores avanços na busca pela cidadania das mulheres. Vale lembrar que um decreto-lei, do então presidente Getúlio Vargas, em 1932, concedeu o direito de sufrágio feminino, virando uma página de humilhação conferida às mulheres.

 Hoje, em pleno ano de 2015, é gratificante presenciar o espaço que as mulheres ocupam, embora ainda precisem avançar mais, sobretudo no mercado de trabalho. Infelizmente, em vários segmentos da iniciativa privada o salário e a ascensão profissional feminina ainda não acompanham a dos homens. Ainda são preteridas, apesar de bons currículos atestando excelente qualificação e experiência profissional.

 Essa triste constatação me remete ao universo oferecido pelo serviço público. Em qualquer um dos poderes, o salário pago a ambos os sexos é rigorosamente o mesmo. O ingresso na administração também é feito de uma única forma, ou seja, através de concurso. Não há, em qualquer hipótese, discriminação de gênero, lamentavelmente ainda comum no setor privado.  Há, apenas, cargos que são para homens e outros para mulheres, o que certamente não quer dizer discriminação, que fique bem entendido.

 Essa peculiaridade do serviço público tem “empurrado” milhares de mulheres para as salas de aula em busca da preparação necessária à disputa por uma vaga. Elas são de todas as idades, são mães, avós, estudantes. São mulheres que cuidam da casa, dos filhos, dos maridos, trabalham fora e ainda encontram tempo para lutar pelo ideal da igualdade, pela dignidade do salário, por qualidade de vida para si e sua família.

Cláudia Jones é jornalista especializada e gerente de comunicação do site Questões de Concursos

Cláudia Jones é jornalista especializada e gerente de comunicação do site Questões de Concursos

Com a eleição da primeira mulher para a presidência do país, o quadro vem se mostrando ainda mais favorável, já que a tendência é que a mulher seja ainda mais valorizada na administração pública.  A ocupação de cargos no primeiro escalão por mulheres – e há várias delas – vem mexendo ainda mais com uma estrutura de poder que ainda mantém a predominância da figura masculina.

 São as mulheres que formam a maioria dos alunos em salas de aula espalhadas pelo Brasil. Curioso é que já não se prendem a carreiras tradicionais ou à própria carreira, ou seja, formação acadêmica. De um modo geral, apresentam uma facilidade enorme de se manterem focadas nos estudos, com um nível de aproveitamento fantástico. Participam das aulas, fazem perguntas, se empenham.

 Há um crescimento da presença da mulher no serviço público, o que pode ser constatado a olho nu e imagino que seja um processo irreversível. Com o aumento da participação das mulheres no orçamento doméstico, é natural que ela “vá à luta” em busca da realização pessoal, profissional ou simplesmente para garantir o bem-estar da família.

 A todas essas mulheres o nosso reconhecimento, a nossa admiração, e a certeza de que continuarão perseguindo seus objetivos. A todas as candidatas,  que 8 de março não seja apenas uma data no calendário, mas a marca viva de que estamos inseridos em um mundo em mudança constante, no qual nossas atitudes também são determinantes naquele processo de transformação.

 

Bons estudos!

1º lugar! Futuro Delegado de Polícia estudou só pelo QC e por livros!

Marcos delegadoNossa maior felicidade é quando recebemos a boa notícia da aprovação dos nossos estudantes. Sabemos que a caminhada é árdua, que nada é tão fácil e que manter-se na maratona requer fatores essenciais como determinação, extremo cuidado e equilíbrio, entre outros. Qualquer desvio pode ser fatal. Aqueles que se mantêm na trajetória são merecedores de aplausos, pois ali está um campeão de verdade!

A nossa maior inspiração, que é você, está agora assumindo um papel merecedor de sua conquista: servir o cidadão! E, temos toda a convicção que este papel será desempenhado com muito êxito e dedicação. A mesma dedicação, a qual a preparação recebeu! Desejamos sucesso nessa nova jornada que eu bons frutos possam render a todos que dependam da atenção de nossos Servidores Públicos!
Os depoimentos que recebemos de nossos aprovados, podem contribuir e muito para a caminhada de quem está nesse propósito e, por isso compartilhamos com todos vocês! Esta é a história de Marcos Correia, 28 anos, natural de Porto Velho/RO e atualmente resido no Estado do Acre. Marcos estudou apenas pelos livros e pelo QC. Nunca frequentou cursinho preparatório.

“Me formei no curso de Direito há cerca de 01 (um) ano. Sem dúvida, será uma honra compartilhar um pouco da minha rotina de estudos com os nobres colegas do site Questões de Concursos.

Inicialmente, cumpre registrar que iniciei meus estudos para concursos públicos no início de 2012, quando ainda cursava o penúltimo ano da faculdade de Direito. Registro que não foi fácil dividir o tempo de estudos para concursos, faculdade e trabalho. Nesse referido momento, não obstante ter muita vontade de estudar, notava que não havia muita qualidade. Em outras palavras, estudava de forma “desorganizada”, vez que não possuía muita experiência em certames públicos. No entanto, sempre mantive a garra e vontade de alcançar o objetivo. Isso, certamente, é a essência que diferencia o estudante.

Com efeito, no primeiro semestre do referido ano de 2012, confesso que fiz alguns concursos públicos, mas não me saí bem. Achei normal, até pelo raso conhecimento que possuía.  Não desisti, continuei estudando uma média de 06h (seis) horas diárias.

Pois bem!

Por meio de um amigo de MT, fiquei conhecedor do portal Questões de Concursos. E, logo de cara, comecei a resolver questões voltadas para o próximo concurso: Analista do TJ/AC. Acreditem, rapidamente notei a importância de resoluções de questões como genuína fase de preparação, fui aprovado em 46° (quadragésimo sexto) lugar.

Depois disso, um método que somei aos meus estudos diários, além de ler doutrina, foi a de resolver questões no site QC. Em razão disso, meus resultados em concursos saltaram. Friso, logo veio mais uma aprovação: Analista do MP/AC, cargo onde permaneci por pouco mais de 01 (um) ano.

Após terminar a faculdade e tomar posse no MP/AC, comecei a focar o cargo de Delegado de Polícia Civil, e no ano de 2013, viajei pela primeira vez para fazer concursos fora do meu Estado, o cargo era Delegado de Polícia Civil de GO, até fui bem na prova, mas fiquei reprovado logo primeira fase.

Não havia tempo para se lamentar, pois já havia sido anunciado o concurso de Delegado de Polícia Civil do PR. Nestes meses que antecederam esse certame, acordava às 5h (cinco) horas, resolvia questões no site QC até às 07(sete) e depois ia trabalhar. À noite, ao retornar, estudava mais umas 04h (quatro) horas. Assim, prossegui cerca de 6 meses sem parar.

Na sequência, viajei até o PR fiz o citado concurso, que, por sinal, estava bastante concorrido. Dias após, ao verificar o resultado, fui aprovado, nem comemorei direito, já estava focado nos estudos para segunda fase. Contudo, fiquei reprovado nesta fase, por 1,2 ponto.

Depois disso, continuei trabalhando no MP/AC e estudando cerca de 07h (sete) horas. Registro que, basicamente, meus estudos se embasaram nisto: lei seca e resoluções de questões. Notei que o conhecimento estava se fixando bem e, a cada dia, eu me sentia mais preparado.

No ano seguinte, 2014, realizei o concurso para Delegado de Polícia Civil de RO. Na primeira fase, fui aprovado em 1° (primeiro) lugar com 101 (cento e um) pontos. A par desse contexto, observei a importância da inclusão de resoluções de questões na preparação do candidato. Em seguida, neste mesmo certame, só foram vitórias, na fase discursiva, no teste físico e, também, na tão temida fase oral.

Ao final de todas as etapas, aprovação em PRIMEIRO lugar para Delegado de Polícia de RO. Um sonho realizado !!!

Por fim, agradeço ao brilhante trabalho do portal QC, que, certamente, foi se grande importância nas minhas conquistas.

A mais e mais, é curial deixar um incentivo aos meu ilustres colegas concurseiros: Creia que é capaz e alcançará seus objetivos. Acredite, uma boa ideia se transformará numa realização. E o mais importante, independentemente de sua religião, encontre-se com Deus todos os dias, assim tudo se tornará muito mais simples e você será Iluminado.

Abraços!”

Comece agora mesmo a sua busca pela aprovação também!

Delegado de Polícia dá dicas de como estudar para a área policial