Como montar um plano de Estudos, por Tanguy Baghdadi

Tanguy Baghdadi, coordenador do Curso Clio

Tanguy Baghdadi, coordenador do Curso Clio

Com o intuito de ajudar na preparação de nossos estudantes convidamos o especialista em concursos e coordenador do Curso Clio para apontar os pontos substanciais para um bom Plano de Estudos.

​1 – Conhecer o concurso que é o seu objetivo – Ler o edital com atenção é importante, desde pontos banais, como datas e prazos, até questões substantivas, como o conteúdo que cai na prova daquele ano.

2 – Conhecer o histórico da prova – As provas costumam grandes similaridades entre si, ano após ano. Por isso, conhecer as edições antigas dos concursos é um atalho fundamental, já que dá a noção dos temas que devem ser priorizados. Alguns temas tem vaga cativa nos concursos.

3 – Fazer simulados – Os simulados tem uma função importantíssima, que é ajudar a fazer a prova, na prática. O rendimento de muitos candidatos fica abaixo do esperado pois eles não estão habituados a fazer as provas para as quais se preparam. Separar um tempo na semana para simular as condições da prova, com cronômetro, silêncio e provas da banca, ajuda a definir melhor a estratégia com a qual você se adapta melhor.

4 – Crie uma rotina de estudos – Saber quais matérias serão estudadas a cada dia da semana e separar um dia para exercícios e simulados é fundamental para que você sinta os seus estudos progredirem. O planejamento é algo muito individual, e deve se adaptar à rotina de cada pessoa, mas é indispensável para que não se tenha um desequilíbrio na preparação para cada tema. Não se esqueça de separar um tempo em sua rotina para atividades de lazer e descanso.

5 – Organização do conhecimento – Cada pessoa tem formas específicas de organizar o seu conhecimento, e respeitar o formato mais adequado para si ajuda muito a fazer uma preparação adequada. Alguns apostam em fichamentos dos textos; outros preferem fazer apenas a leitura do conteúdo, sem muitas anotações para não haver perda de tempo; há aqueles que, por terem uma memória visual, criam gráficos e linhas do tempo para facilitar a retenção do conteúdo. Todas as formas são válidas, o fundamental é saber como rende melhor cada um dos candidatos.

6 – Atenção à bibliografia – Alguns concursos são claramente formulados valendo-se de itens específicos da bibliografia. Mapear quais são os livros fundamentais para cada concurso é um atalho para uma preparação focada. Naturalmente, a leitura destes livros não basta. Mas saber quais são os livros indispensáveis é importantíssimo.

7 – Anotações de aula – Não tomar notas em aula é um erro frequente: há alunos que confiam em sua memória, mas acabam perdendo a chance de revisar partes do conteúdo por não terem feito anotações completas durante as aulas.

Tabela INSS- Analista (Serviço Social): organize seus estudos

Com a aproximação da prova de analista do INSS, o candidato precisa estar pronto para a prova. Como a formação exigida será de serviço social, esta é uma oportunidade única para que todos os profissionais desta área trabalhem numa instituição intimamente vinculada ao trabalho do assistente social e que pode trazer bom salário.

O primeiro passo do estudo é recorrer aos livros clássicos exigidos durante a formação superior. Esse resgate dos conceitos e teorias poderá ser muito importante na hora da prova, principalmente, para o assistente social que se concentra apenas em seu trabalho e está afastado do estudo há muitos anos.

Uma boa dica é recorrer à última prova de analista com formação de assistente social, que o INSS realizou em 2009. Nos anexos do edital, a banca divulgou uma série de livros que podem servir de parâmetro para o estudo do candidato. Ainda que não consiga ler tudo, que se concentra nas principais obras.

Neste tipo de prova que exige curso superior, a instituição deseja selecionar o candidato especialista, que domina bem os fundamentos de sua área de conhecimento. O ideal seria um estudo misto entre conceitos clássicos e teorias mais modernas e atualizadas de serviço social.

Sem formação jurídica, o assistente social deverá ter trabalho para saber toda a legislação que envolve o conteúdo do edital. Mas não recomendo medo. Basta ler por três vezes toda a legislação, fazer um número bem grande de questões de concursos passados do INSS e reler toda a parte da legislação que estiver errando de maneira recorrente.

Além desta parte de estudo da legislação por questões, recomendo que o candidato faça muitas e muitas questões de concursos passados do INSS, da banca organizadora e de outras instituições que realizem concurso para assistente social. Só assim, o candidato desenvolverá uma experiência de prova que será fundamental na sua aprovação.

Antes de terminar, mais uma dica essencial: muita atenção à legislação previdenciária, que está se alterando de maneira desordenada, cheia de idas e vindas, nos últimos meses. Todo o cuidado é pouco para saber o que estará em vigor na época da prova.

Abaixo, proponho um planejamento de estudo para aproveitar seu tempo com base no peso e na dificuldade das disciplinas do concurso. Bons estudos!

Por Fernando Bentes, diretor do site Questões de Concursos

TabelaBlog-INSS

 

Agências possibilitam estudos de forma conjugada, diz especialista.

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A autorização para os certames da Agência Nacional de Saúde, Agência Nacional de Aviação Civil e Agência Nacional do Petróleo é muito atraente para aqueles que desejam ingressar na carreira pública e adquirir estabilidade. As agências reguladoras contratam pelo regime estatutário e tradicionalmente convocam um grande número de aprovados, considerando que geralmente são muitas as vagas criadas.

Essa autorização conjunta precisa ser encarada com cautela pelos concurseiros. Isso porque há uma boa quantidade do conteúdo programático (Língua Portuguesa, Noções de Informática, Noções de Direito Constitucional, Noções de Administração, Noções de Direito Administrativo) –  principalmente para o cargo de técnico administrativo, que é o que oferecerá mais vagas nas três agências –  que pode ser aproveitada para as três. Esse fator pode facilitar muito a vida do candidato, que deseja estudar de forma concomitante.

No entanto, é preciso cuidado, porque há uma outra gama de disciplinas que são distintas entre elas: as disciplinas específicas referente à legislação da área de cada uma delas. Essas disciplinas são as determinantes para a aprovação e devem ser estudadas ao máximo, abordando todos os tópicos cobrados, sem nenhuma brecha. Um erro pode custar uma boa posição na classificação final.

Isso acontece porque as disciplinas básicas geralmente são estudadas por todos os concurseiros, já que são cobradas em concursos diversos. A grosso modo então, podemos dizer que os que vêm se preparando há mais tempo, então num mesmo nível.  Enquanto que as específicas à cada área – legislação específica à regulação de saúde, de petróleo e de aviação – não são estudadas pelos concurseiros de forma contínua. Dessa forma, irá se sobressair quem estudar mais a fundo tais matérias a partir de agora.

O Cespe/UnB é a banca que tem organizado a maioria dos concursos dessas agências reguladoras e é mais cotada para organizar esse próximo também.  Geralmente, é muito temida pela maioria dos candidatos. Isso porque o Cespe realiza provas com questões de Certo/Errado, em que uma resposta errada anula uma resposta certa. Para lidar com esse tipo de prova, é fundamental que o candidato realize questões da banca à exaustão, para se adaptar aos tipos de assertivas, e ter em mente que nem sempre o famoso “chute” é uma boa opção. Quando não se tem ideia sobre o que é a questão, a melhor opção é deixar em branco, para não correr o risco de perder um ponto de uma questão que o candidato acertou.

A dica é começar a preparação desde já, elaborando um plano de estudos que contemple as disciplinas do cargo almejado de acordo com o que foi cobrado nos certames anteriores. O aconselhável é nunca esperar o edital ser publicado para começar a estudar, principalmente em provas como essas, de agências reguladoras, que tradicionalmente cobram uma gama de conteúdo muito extensa. Dessa forma, o candidato consegue se antecipar estudando o que foi cobrado anteriormente, e pode aproveitar o período após a publicação do edital para estudar uma matéria nova que por ventura possa ser incluída no conteúdo programático, além de focar na resolução de exercícios, que ajudam a fixar o aprendizado.

Por Rodrigo Lelis, especialista em concursos

 

Tira-dúvidas: Conflitos de Competência- D. Constitucional

Fabaina Coutinho“A respeito de conflitos de competências, gostaria de saber se por mais que não cite-se na CRFB Municípios com outros entes (apenas Estados e União), não há nenhuma jurisprudência tratando quem deve julgar aqueles?”

Vamos lá:

A juris do STF realmente afasta sua competência, por ser ela taxativa:
EMENTA Diferença entre conflito entre entes federados e conflito federativo: enquanto no primeiro, pelo prisma subjetivo, observa-se a litigância judicial promovida pelos membros da Federação, no segundo, para além da participação desses na lide, a conflituosidade da causa importa em potencial desestabilização do próprio pacto federativo. Há, portanto, distinção de magnitude nas hipóteses aventadas, sendo que o legislador constitucional restringiu a atuação da Corte à última delas, nos moldes fixados no Texto Magno, e não incluiu os litígios e as causas envolvendo municípios como ensejadores de conflito federativo apto a exigir a competência originária da Corte. Precedente. 4. Agravo regimental a que se nega provimento. (STF, Tribunal Pleno, ACO 1295 AgR/SP, Rel. Min. Dias Toffoli, j. 14/10/2010, p. DJe 02/12/2010).

E de quem é? Justiça Federal.

Por unanimidade, o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) declarou, nesta quarta-feira (16), sua incompetência para julgar a Ação Civil Originária (ACO) 1342, envolvendo suposto conflito confederativo entre o município do Rio de Janeiro e a Casa da Moeda do Brasil. A Corte decidiu, assim, atribuir o julgamento do caso à Justiça Federal no Rio de Janeiro. Em sua decisão, os ministros que participaram da sessão fundamentaram-se no artigo 102, inciso I, letra f, da Constituição Federal (CF), que não prevê entre as competências originárias da Suprema Corte a de julgar conflito entre município e a União ou outro ente federativo. Essa competência é estabelecida somente para causas e conflitos entre a União e os estados, a União e o Distrito Federal, ou entre uns e outros, inclusive as respectivas entidades da administração indireta.

Professora Fabiana Coutinho, direito Constitucional

Episódio #23 – Análise do edital da AGU

banner-qc-cast-Analise_AGUNeste programa o QC Cast nós trazemos uma análise sobre o edital da Advocacia Geral da União. O nosso convidado é o professor Dênis França, que também é Advogado da União, e vai explicar um pouco sobre esse certame e dar dicas de estudos. Acompanhe esse bate-papo especial que vai ajudar muito na sua preparação. Uma super aula em áudio!

Clique abaixo para ouvir (ou faça download aqui)

Apresentação Cláudia Jones e participação Dênis França

INSS: Direito Previdenciário, dicas de estudos e análise da última prova.

Inss-Direito_previdenciarioSem dúvidas, principalmente se levarmos em consideração o último de concurso para Técnico do Seguro Social, de 2011, o tópico mais importante são os benefícios. No caso, o Plano de Benefícios da Previdência Social, abordado na Lei 8.213/91. Além disso, alguns benefícios foram modificados de forma significativa, por meio de alterações e inclusões previstos pela Medida Provisória 664/2014, aprovada pelo Congresso Nacional.

Além dos benefícios, os tópicos referentes à condição de segurado e quanto aos princípios também são geralmente muito cobrados em todos os concursos.

Direito Previdenciário não é uma disciplina que possa ser considerada difícil, até porque trata da vida cotidiana de todas as pessoas, que como trabalhadores, um dia já necessitaram ou necessitarão usufruir de algum benefício. Então é uma disciplina que faz parte do dia a dia de todos. No entanto, demanda sim muito estudo, porque possui um conteúdo extenso e tem tópicos repletos de detalhes. Além disso, alguns tópicos, como o de benefícios, sofreram recentes alterações, o que complica ainda mais a vida do candidato.

Por isso, é necessário que se tenha atenção total a tópicos como esse, dedicação e muita concentração. O candidato deve dispor de todos os meios para a compreensão da disciplina, principalmente tendo em mãos a legislação em si atualizada, apostilas atualizadas, esquemas de professores, tudo o que for ajudar à memorização e à assimilação do conteúdo. Questões que tratam de conteúdo que sofreram alterações recentes em sua legislação são certas de serem cobradas em provas e se o candidato não estudar por um material atualizado e focar nessas alterações, isso pode custar a sua aprovação.


No último concurso para Técnico do Seguro Social, Direito Previdenciário foi sim fundamental para a aprovação. Foram 40 questões de um total de 60 questões da prova. Essas 40 questões tratavam de princípios, benefícios, condições de manutenção como segurado, período de graça, salário de contribuição, salário de benefício, dependentes entre outros tópicos pontuais. Entretanto, o conteúdo mais cobrado foi o referente aos benefícios, sendo um total de 16 questões.


O estudo para essa disciplina deve ser baseado no que foi cobrado pelo edital do último certame, com atenção máxima às alterações da Medida Provisória 664/2014, por que elas com certeza serão cobradas nessa prova.

No entanto, é preciso destacar que nenhum assunto deve ser negligenciado, porque geralmente são muitas as questões referentes à Legislação Previdenciária, tendo assim espaço para ser cobrado todo o conteúdo que possa a vir a ser listado no edital. A base para o candidato realmente é o edital do último concurso. As mudanças quanto aos tópicos cobrados não devem ser muitas.

Os candidatos devem fazer provas anteriores. Não acredito em aprovação sem a resolução de questões anteriores e, portanto, é fundamental que os candidatos desde já se dediquem aos exercícios, porque é através deles que se dá a fixação do conteúdo. Além disso, a resolução de questões torna o candidato seguro ao perceber que está no caminho certo. A última prova para Técnico do Seguro Social, de 2011, é um bom começo. O candidato pode começar por ela e se estender resolvendo outras questões da banca FCC, que foi a responsável por esse certame. Após, com todas essas questões resolvidas e o conteúdo já bem estudado, pode resolver também questões de outras bancas. Mas assim que divulgada a banca organizadora dessa prova de 2015, o candidato deve focar nela. Lembrando que quanto mais questões resolvidas melhor, pois mais familiarizado com a banca o candidato estará e, consequentemente, mais autoconfiante e seguro para o dia da prova ficará também.

O material de apoio que indico são apostilas de cursos preparatórios atualizadas. Geralmente essas apostilas são bem didáticas, elaboradas por professores com experiência na área, que conseguem transmitir o conteúdo de forma didática e focar naquilo que é mais cobrado nas provas.

É importante destacar que a apostila precisa estar atualizada de acordo com a Medida Provisória 664/2014, porque as alterações na legislação foram muitas, e também porque, além de benefícios ser o conteúdo mais cobrado dentro de Direito Previdenciário, toda banca organizadora gosta de cobrar matéria recentemente atualizada.

 Os candidatos precisam começar a estudar já! Da autorização do concurso para a publicação do edital o tempo voa, e quem já estiver em preparação sai na frente. Façam um plano de estudos, tenham disciplina para segui-lo, matriculem-se em um bom curso preparatório, seja presencial ou online, e não desanimem. O candidato precisa manter o ritmo de estudos e a aprovação chegará. E não se esqueçam de conciliar estudo, trabalho e lazer. O equilíbrio entre tudo é o que deixa o candidato mais concentrado e firme em seu objetivo. Perseverem!

Rodrigo Lelis, professor de Direito Previdenciário

Veja questões comentadas da última prova de 2012.

Veja também:

Questões da FCC.
Tudo sobre o próximo concurso.
Questões de Direito Previdenciário.
Questões de previdenciário comentadas.
Mais de 30 mil questões e mais de 200 aulas de Português.
Tudo sobre a instituição.

Rumo à aprovação com o QC!

Episódio #22 – Análise do edital da PGFN

banner-qccast-EP22Neste programa o QC Cast nós trazemos uma análise sobre o edital da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional. O professor Marcello Leal explica um pouco sobre esse certame e dá dicas de estudos. Acompanhe esse bate-papo especial que vai ajudar muito na sua preparação. Uma super aula em áudio!

Clique abaixo para ouvir (ou faça download aqui)

Apresentação Cláudia Jones e participação de Marcello Leal

Segredos para o sucesso em concursos públicos, por Sérgio Camargo

SEGREDOS-PARA-O-SUCESSO-EM-CONCURSOS-PÚBLICOSTodos os anos milhares de candidatos entram no mercado de concurso público com uma única finalidade: ser aprovado! E, para que essa aprovação tenha um caminho correto sem muitas delongas e gastos desnecessários, tanto em relação ao tempo quanto a  finanças, o interessado deve seguir alguns passos a fim de reduzir o percurso e trazer qualidade à sua preparação . Diante disso, convidamos o especialista em concursos Sérgio Camargo para que trouxesse dicas que colaborassem para o bom desempenho e otimização dos estudos durante a fase de preparação.

1 – Primeiro passo que o candidato deve tomar é buscar qual carreira, ou direcionamento pretende tomar. ‘Dar tiro para tudo quanto é lado’ é contra producente, e atrasa as chances de um bom resultado. O candidato deve escolher a carreira que tem apreço, que o faça feliz, não pode-se levar em consideração apenas a questão financeira, pois jargões populares não se formam do nada, então ‘dinheiro (apenas) não traz felicidade’;

2 –  Escolha um bom curso preparatório. Após identificar a área, ou carreiras que atendam seu objetivo pessoal, o candidato deve buscar um curso preparatório que atenda suas expectativas. Estudar com afinco as aulas ministradas, e após a conclusão de uma turma regular identificar as matérias que possa ter tido menor identificação, e a partir daí focar nestas. Não há por que refazer cursos regulares, um após o outro, mas após a conclusão de um bom curso, fazer módulos das matérias que tenha dificuldade com professores que se destaquem naquela matéria;

3 – Carga horária de estudos. O candidato não pode se render à crença de que um curso preparatório alcançará a tão sonhada aprovação. Cursos e módulos são meros orientadores ao candidato, quem faz o sucesso é o aluno, não o curso. Àqueles que estão fazendo curso, em turma regular, com carga horária entre 3 a 4 horas diárias, deve além disso ter de estudo individual entre 4 a 6 horas por dia. Sedimentação de conhecimento requer dedicação;

4 – Lazer. Não adianta achar que dedicação exclusiva é garantia de resultado. O grande mestre Desembargador Paulo Rangel disse certa vez, que a aprovação em certames públicos é um processo de ‘embarangamento’, alusão feita a grande dedicação aos estudos. Ainda que correta a assertiva, há que se estabelecer horário mínimo para o lazer, pois estudos comprovam que o cérebro humano consegue manter-se atento por no máximo 45 minutos, devendo descansar por 15 minutos. Então é preponderante que haja horário de descanso, e lazer;

5 – Não estudar na véspera ou no dia da prova. Candidato NÃO deve estudar na véspera da prova, ou muito menos no dia da prova pois a relação custo (ansiedade) X benefício (aprendizado) é totalmente desequilibrada. Na véspera o candidato deve pensar em tudo, MENOS estudar;

6 – Organização. Candidato organizado é candidato aprovado. Ter um método próprio de estudos pode ser a chave do sucesso, pois candidato que consegue se organizar de forma a estudar bem e na carga horária certa é o segredo para o bom aproveitamento. De nada adianta dedicar-se extremamente a matérias que o candidato já tem facilidade, e deixar de lado aquelas que não tem tanta afinidade. A fórmula é contrária: deve-se dedicar maior tempo aos temas que se tenha menos apreço e / ou conhecimento;

7 –  Nunca desista. Não conheço candidatos que não tenham conseguido passar em concursos públicos, conheço candidatos que desistem. NUNCA, NUNCA DESISTA, por que quem confia sempre alcança.

Por:  Sérgio Camargo, advogado especializado em concursos

TCM- RJ: em breve novo concurso!

TCM-RJO Tribunal de Contas do Município do Rio de Janeiro está com previsão de lançar concurso em breve. Segundo comunicação feita pela instituição, o momento agora é a de escolha da organizadora do certame, que pode ocorrer nos próximos dias durante a reunião com a Comissão do Concurso. O edital irá contemplar 15 vagas para provimento do cargo de Técnico de Controle externo e exigirá o nível médio de escolaridade. A remuneração pode chegar a R$10.578,22.
 o candidato que deseja estudar para esse concurso já pode se preparar baseado nas informações divulgadas pela instituição. As possíveis disciplinas que serão cobradas nas provas serão sobre Língua Portuguesa, Raciocínio Lógico, Direito Administrativo, Direito Constitucional e Direito Financeiro, Controle Externo e Noções de Informática. Além dessas, outros conteúdos poderão ser inseridos na programação do certame.
De acordo com o especialista em concursos, Marcus Bittencourt, Advogado da União, as alterações nas disciplinas que poderão ser exigidas , devem ser alvo de atenção efetivamente com a publicação do novo edital, o candidato fará as adaptações e a revisão daquilo que já estudou.
O especialista alerta ainda que, muitas alterações ocorreram nas disciplinas de Direito, principalmente Direito Administrativo e Direito Constitucional. “Recomendo atenção especial em Direito Administrativo com ato administrativo, licitações, contratos administrativos e controle da Administração Pública. Em Direito Constitucional, maior cuidado com Fiscalização Contábil, Financeira e Orçamentária e Tribunal de Contas da União”, orienta.
No último concurso para o cargo de nível médio do TCMRio que ocorreu em 2004 o houve a cobrança de Controle Externo. No entanto, para o próximo concurso será cobrada. Para Gladstone felipo, especialista em concursos o tema relativo a controle externo é fundamental para quem possui pretensão de passar neste concurso, pois é exatamente essa a função constitucional das cortes de contas. “O estudo do controle externo deve ser feito dentro do Direito Administrativo, na parte referente a controle da administração pública. Uma boa dica é buscar algumas decisões e deliberações do TCM, que servirão como norte ao aprofundamente deste tema”.
Rodrigo Lelis, especialista em concursos acrescenta que  o candidato deve ter como base os últimos concursos do TCM-Rio, como o que ocorreu em 2010, e todos os outros concursos para Tribunais de Contas para o mesmo cargo nos últimos quatro anos. “O conteúdo cobrado dentro da disciplina, com exceção do que é específico de cada estado e município, geralmente é comum aos Tribunais de Contas”.

Em direito Constitucional, Rodrigo Mesquita, professor da disciplina, recomenda que os candidatos que o estudem todo o conteúdo do edital do concurso anterior, pois o conteúdo da disciplina foi bem amplo para um concurso de nível médio. “Em relação edital passado, sugiro um estudo mais aprofundado, em FiscalizaçãContábil, Financeira e Orçamentária, Tribunal de Contas da União, bases Constitucionais da Tributação e das Finanças Públicas, os princípios do Sistema Tributário Nacional, as limitações constitucionais ao poder de tributar, a competência tributária e as espécies de tributos, bem como os princípios gerais das finanças públicas. De acordo com o mestre, esse conteúdo apontado está relacionado ao exercício do cargo de Auxiliar de Controle Externo.

Mesquita não acredita em muitas inovações no que se refere à disciplina de Noções de Direito Constitucional. “O edital passado foi bem amplo, diferente de outros concursos de nível médio, assim o  início dos estudos deve ser baseado no que foi cobrado anteriormente, recomenda“.

 A banca organizadora ainda não foi definida, porém os especialistas apostam na  Secretaria Municipal de Administração- SMA. Rodrigo Lelis indica os estudos pelas provas anteriores da banca e pelas provas da Fundação Carlos Chagas que, na sua opinião, pode ser uma boa referência já que a SMA não possui um grande número de provas anteriores. “O candidato deve preferir estudar sempre pela letra da lei. Considerando que a SMA é uma organizadora que geralmente indica as referências bibliográficas do conteúdo cobrado em cada disciplina, é mais prudente aguardar o edital para ver se ela indica algum autor de jurisprudência”, explica.
Gladstone reforça que a SMA não costuma ser rigorosa em suas avaliações. “Esse fato pode ser perigoso, pois aumenta e muito a nota de corte”, alerta. Para ele, a banca também não tem por hábito cobrar questões controvertidas. “Aconselho a buscar provas de concursos anteriores organizados pela banca, para se adaptar a forma de abordagem e cobrança”.
Em relação à preparação os três são unânimes em aconselhar o treinamento por meio de muitas questões de concursos anteriores.
Felippo finaliza com uma dica de material de apoio. “Um bom livro de controle da administração pública, como o da professora Odete Medauar, e leitura de muitos acórdãos e deliberações do TCM.
O site Qconcursos.com oferece material fundamental para o estudo para esse concurso como aulas teóricas, questões de todas as disciplinas, de concursos anteriores da instituição, assim como  questões das bancas que já realizaram concursos para o TCM-RJ. Sendo assim, depende do candidato inciar a sua preparação o quanto antes conjugando teoria à resolução de questões.
Estude pelo QC e saia na frente:

 

 

 

Aprovada no TRE-MG, Vívian conta sua trajetória!

DSC04921Nossa maior felicidade é quando recebemos a boa notícia da aprovação dos nossos estudantes. Sabemos que a caminhada é árdua, que nada é tão fácil e que manter-se na maratona requer fatores essenciais como determinação, extremo cuidado e equilíbrio, entre outros. Qualquer desvio pode ser fatal. Aqueles que se mantêm na trajetória são merecedores de aplausos, pois ali está um campeão de verdade!

A nossa maior inspiração, que é você, está agora assumindo um papel merecedor de sua conquista: servir o cidadão! E, temos toda a convicção que este papel será desempenhado com muito êxito e dedicação. A mesma dedicação, a qual a preparação recebeu! Desejamos sucesso nessa nova jornada que eu bons frutos possam render a todos que dependam da atenção de nossos Servidores Públicos!

Os depoimentos que recebemos de nossos aprovados, podem contribuir e muito para a caminhada de quem está nesse propósito e, por isso compartilhamos com todos vocês! Esta é a história de Vívian Coli.

“Durante a graduação na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, conheci, através de colegas, o “Questões de Concursos” e passei a utilizá-lo para estudar para as provas da Universidade. No curso de Direito tive o privilégio de conviver com grandes profissionais, dentre eles o professor Fernando Bentes, diretor do referido site.

No 9º período da faculdade, mesmo sem fazer cursinho para a primeira fase, fui aprovada no Exame da Ordem dos Advogados do Brasil, sendo que me preparei somente solucionando questões.

Quando estava terminando a graduação, fui convidada pelo professor Fernando Bentes para ser monitora no site “QConcursos”. Foi uma experiência incrível, pois cadastrei milhares de questões de Direito do Trabalho e Processual do Trabalho, aumentando muito o meu conhecimento nestas matérias.

No segundo semestre de 2014 comecei a estudar para concursos, graças à insistência do meu pai, que falava todos os dias que eu tinha que ser concursada e que eu era capaz.

Fiquei meio perdida no início, não sabia qual concurso queria e estudava por cursos online para “carreiras jurídicas” em geral. Para fixar o conhecimento e reconhecer as “pegadinhas” das provas, ao terminar cada assunto resolvia várias questões sobre ele.

No final do ano fiz inscrição para o concurso do Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais, o qual disponibilizava apenas 16 vagas, sendo este meu primeiro concurso. Nunca tinha estudado Direito Eleitoral, pois não tive esta matéria na faculdade, sendo que comecei a estudar do zero.

Quando publicaram a relação de candidatos inscritos eu desanimei: mais de 60 mil candidatos para 16 vagas apenas. Mas como não saía mais nenhum concurso que me interessava, estudei para esse mesmo. Foram 2 meses de preparação intensa, estudando por apostilas, vídeo-aulas e fazendo centenas de questões de cada assunto. Mesmo nas questões que eu acertava sempre lia os artigos relacionados, para ir fixando a matéria, já que grande parte das questões são “decoreba” de artigos. Fazer muitas questões me ajudou a reconhecer as pegadinhas da prova.

Quando saiu o resultado da primeira fase fiquei muito feliz, pois, dos 60 mil inscritos, eu tinha ficado entre os 400 que teriam a segunda fase corrigida. No entanto, minha classificação na fase inicial não foi tão boa, porque fiquei em 200 e tanto. O que me salvou foi a segunda fase, na qual tirei 9,5 e com isso fiquei em 13º lugar no concurso, portanto dentro das vagas disponíveis.

Ser aprovada dentro das vagas no primeiro concurso que fiz foi incrível e me deu ânimo para estudar ainda mais. Só tenho a agradecer ao “Questões de Concursos” por ser essa ferramenta prática e excelente de estudos. Com certeza será meu grande aliado nesses tempos de concursos”.