Tira-dúvidas: Como estudar para o próximo concurso do TRE-RJ?

TRE rjGostaria de começar a estudar para o próximo concurso do TRE-RJ, pois é um sonho. Como posso me preparar para nível médio? Algo que me preocupa é o número de vagas foi muito pequeno no último concurso. Como eu devo direcionar meus estudos. Estou muito perdida. Luciane- Email

Luciane, você escolheu um excelente concurso. Além da estabilidade, a remuneração é excelente para quem tem apenas o nível médio, R$ 4.052,96. Tendo em vista que o último concurso foi em 2012, temos probabilidades de um concurso para, provavelmente, 2016.

Já que seu objetivo é esse concurso, nada melhor do que começar a se preparar a partir de agora. Assim, você poderá ir com calma e estudar de forma organizada, até porque, mesmo sendo de nível  médio, o conteúdo é bastante intenso, pois são 10 disciplinas. Isso, graças à inclusão de algumas delas no ultimo edital como: Atualidades, Administração Pública e Noções em Administração de
Recursos Materiais. Atualidades não é uma disciplina pesada, tem pouco  conteúdo. Claro, exige que o candidato mantenha-se atualizado com o que está acontecendo no mundo e o que está caindo nos concursos mais recentes. Apesar da inclusão de Administração Pública, a parte de Direito Administrativo ficou mais simples com a saída da Lei 8112/90 do edital, o que é bom para o candidato já que se trata de uma lei extensa.  . Estude a teoria de cada disciplina, organizadas em uma agenda. O mais importante é que você faça exercícios após cada conteúdo estudado. Aproveite e faça um estudo teórico simplificado também. É importante resolver provas anteriores da banca, para ter noção de como a banca trata desses assuntos, e em que profundidade.
Todo mundo vai ter que sair do zero para essas disciplinas. A diferença vai estar no conhecimento já adquirido e na capacidade de absorção de conhecimento rápido nessas três disciplinas. Simulados também são bastante proveitosos, já que você poderá ter a noção do seu conhecimento e deverá aprender a administrar o tempo de prova. Não fique preocupada com o baixo número de vagas. O TRE-RJ tem a fama de fazer muitas convocações além das vagas ofertadas. Toda a aposta nesse concurso está no cadastro de reserva. É importante garantir uma boa colocação, mesmo que não seja dentro do número de vagas divulgado. Tendo uma boa colocação no cadastro de reserva, é grande a chance de ser chamada. Nos último concursos, o TRE-RJ chamou muito mais candidatos do que o número de vagas divulgado. Mantenha-se firme no propósito da vaga que você e encare, sem sacrifícios. Esta é a sua hora! Bons estudos.

 

Vida de Concurseiro: Ana Paula Antunes, Rio de Janeiro

Ana Paula Antunes,  estudante do QC

Ana Paula Antunes,  estudante do QC

 Resolvemos criar um quadro em nosso blog para mostrar os milhares de histórias de pessoas que estudam para concursos, os chamados concurseiros, espalhados pelo Brasil. Candidatos a um sonho: estabilidade financeira! Ao longo do tempo, encontramos pessoas que se preparam para concursos públicos, que têm suas lutas, dificuldades, organização própria dos estudos, sua história. E muitas, acreditam que somente elas passam por determinados desafios. A ideia desse quadro é mostrar que, como você, existem pessoas, em todo o canto do Brasil, hoje, lutando por uma vaga e enfrentando suas tormentas, errando,acertando, caindo e levantando. Mas, acima de tudo seguindo em frente. E, como sabemos, o testemunho de outras pessoas, é capaz de ajudar-nos a seguir em frente.

A história de hoje é de Ana Paula, 32 anos, bacharel em direito e moradora do Rio de Janeiro. Atualmente desempregada, Ana se dedica aos estudos e ao filho, portador de autismo. Segundo a estudante do QC, com o nascimento do filho veio a necessidade de uma vida financeira mais estabilizada. E sabemos que o concurso público é capaz de dar essa condição.

A estudante conta que começou em 2010, e já prestou concursos para a Caixa Econômica Federal, Polícia Militar, Guarda Municipal e, por último, o dos Bombeiros. Todos para trabalhar no Rio de Janeiro. “Em 2012, passei no processo seletivo da Guarda Municipal do Rio de Janeiro, em 2012, mas, ainda, não me chamaram. Agora, só falta a nomeação. Fui aprovada, também, no da Guarda Municipal de Niterói”, conta.

Apesar do desânimo de ainda não ter sido nomeada, Ana continua seus estudos. “Agora, eu estudo para passar no concurso da polícia federal, no do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e, também prestarei para o INSS”. Mas, o sonho dela, é ser nomeada no TJ-RJ.

A vida de Ana não é fácil, além de dona de casa e mãe, divide ainda a atenção com o marido e com os estudos. “Muitas vezes, acordo entre quatro e cinco horas da manhã e começo a estudar até a hora que meu filho acorda. Como ele estuda pela manhã no colégio, vou para academia, depois volto para casa e estudo. Fora isso, aproveito o período da noite para estudar também”, complementa.

Por ser formada em direito, a estudante tem uma certa base para prestar alguns processos seletivos. Mas, nem tudo são flores. Ana conta que as matérias mais complexas para ela, são as de língua portuguesa e de raciocínio lógico. “As outras disciplinas você pode tentar decorar, fazer bastante exercícios, pois caem sempre as mesmas questões. Agora, português e raciocínio lógico são matérias que você precisa pensar mais, ir pelo contexto. Você não pode decorar simplesmente”.

A estudante inclui, em sua rotina de estudos, a leitura de livros teóricos e prática de exercícios. “Procuro dividir meu tempo, para memorizar aquilo que aprendo”.

Ana é adepta ao treinamento de questões e às videoaulas do QC, pois para ela é a maneira mais fácil de estudar, por não ter muito tempo para cursinho presencial. “Os comentários dos professores em vídeos me ajudam muito e,  além disso, acompanho os comentários dos alunos do QC, que são essenciais para o meu entendimento.

Ana aconselha os colegas de maratona a ter disciplina, ordem e persistência para conseguir seu objetivo. “Muitas vezes, as pessoas não podem ir a um curso específico para poder estudar todos dia, mas o tempo que você tem aproveite para estudar, mesmo que ele seja curto”.

Para a concurseira, a prova  mais complicada que ela fez foi a da Caixa Econômica. “Por não ser da minha área e as questões também não eram tão simples. Outro, também, foi o da polícia rodoviária federal que teve questão sobre física”, conclui.

Hoje, em 2014, Ana luta para conseguir seu “lugar ao sol”, como ela mesma diz, e apesar de estudar para concursos distintos: Polícia Federal e INSS, o seu grande sonho é ser nomeada no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.

E, acreditamos que, muito em breve, você vai ouvir essa concurseira determinada contar suas vitória aqui.

Se você quer contar a sua experiência, envie-nos um email para sac@qconcursos.com .

Bons estudos! E, continue seu treinamento pelo site Questões de Concursos

Receita Federal – “O” Concurso

REceita Federal  O concurso de Auditor Fiscal da Receita Federal atrai muitos interessados. Com uma remuneração bastante convidativa, consegue seduzir imperiosamente pelo aspecto econômico, além de ser uma profissão que existe no Brasil e no mundo há anos, solidificado na cultura da sociedade com um cargo de grande importância social. Assim como o cargo de juiz, o Auditor goza de ampla respeitabilidade na comunidade, o que mais um grande fator de sedução de candidatos.

Além da remuneração e do status, o cargo de Auditor Fiscal da Receita Federal oferece a oportunidade de ascensão profissional e a disponibilidade de vários recursos que a União disponibiliza para a tarefa de arrecadação e fiscalização de tributos, essencial para a própria sobrevivência do governo federal. Esta importância garante ao Auditor todas as condições de trabalho para o desempenho de suas funções, como a liderança da equipe de fiscalização, a estrutura física, equipamentos modernos à disposição, enfim, todos os insumos necessários para que seu serviço seja de excelência.

Com toda esta importância, o candidato deve ter em mente que o concurso seleciona candidatos em relação absolutamente compatível com sua atividade essencial na Administração Superior Federal. Por isso, há muitas disciplinas cobradas, em várias questões com alto nível de dificuldade. O preparo ideal exige um estudo continuado, um processo longo de abordagem de todas as matérias do edital, com consulta a material de qualidade, enfoque nas disciplinas de maior peso e resolução de várias questões de concursos passados da Receita Federal e da ESAF.

Esta banca nem sempre cobra todos os conteúdos do edital, o que força o candidato a estudar pelas provas passadas do cargo e da banca para entender qual será o enfoque e direcionamento da prova. Além disso, exige tanto conhecimento de letra da lei, quanto questões de alto debate doutrinário em Direito, sendo necessário que o estudante avalia sempre qual o padrão de resposta da banca em cada disciplina.

Comparando-se os editais de 2012 e 2014, as disciplinas de Direito Penal, Direito Civil e Direito Comercial foram retiradas do programa. Além disso, Direito Constitucional e Direito Administrativo foram excluídas como conhecimento específico e passaram a integrar o rol de matérias de conhecimento geral, o que demonstra uma valorização maior da prova ao saber técnico-profissional estrito do Auditor, ligado às disciplinas das áreas de Direito Tributário e Contabilidade, com desprezo pela formação jurídica mais ampla.

Sem dúvida, o candidato deve se reforçar no estudo das matérias de conhecimento específico, que têm peso dois, valem mais pontos, caem com mais ênfase na prova discursiva e se relacionam diretamente com a função de trabalho do Auditor: Direito Tributário, Auditoria, Contabilidade Geral e Avançada, Legislação Tributária, Comércio Internacional e Legislação Aduaneira.

Na hora da prova, recomendo concentração máxima, porque a quantidade de perguntas é grande e o candidato pode desviar sua atenção. Como mecanismo de treinamento da concentração, recomendo o estudo de revisão, no qual o candidato consome os dias e as horas anteriores à prova relendo suas anotações e as partes em destaque de seus livros. Além de relembrar conceitos, isto fará com que se concentre corretamente para a longa prova.

Além da dificuldade inerente à prova, o concurso de Auditor Fiscal é aberto a várias áreas de formação, abrindo-se um leque a bacharéis de vários cursos superiores – Direito, Ciências Contábeis, Administração, Engenharias e outras. Ou seja, a disputa é sempre bem grande, com um número de inscritos bastante alto, se considerarmos o grande filtro que é a exigência de nível superior.

Apesar destas dificuldades, o concurso não é intangível ou impossível. Se o candidato já possuir um estudo para cargos semelhantes, como fiscal de rendas do município ou do estado, procurador da Fazenda ou se o candidato já exerce profissão que exija conhecimento das matérias pertinentes ao edital, como contadores, administradores, auditores e advogados, este saber acumulado ou prático pode auxiliar na confecção da prova.

Além destes facilitadores, os candidatos que se prepararem bem podem ter a certeza de que farão uma boa prova, com grande chance de sucesso e, o melhor, de passarem neste concurso tão sonhado.

Por: Fernando Bentes, diretor do site Questões de Concursos

TCE-GO: abertas as inscrições

TCE-GOEstão abertas as inscrições para o  Tribunal de Contas do Estado de Goiás para cargos de nível médio e superior com 80 oportunidades, sendo 40 para técnico e 40 para analista de controle externo. As vagas de técnico estão distribuídas entre as áreas administrativa, operacional, de transportes e de tecnologia da informação. Em todos os casos o salário é de R$ 1.703,68.

Os cargos  de analista são para as áreas de contabilidade, engenharia civil, engenharia elétrica, gestão de pessoas, gestão de conhecimento, jurídica, meio ambiente, orçamento e finanças, planejamento e desenvolvimento organizacional e tecnologia da informação. O salário é de R$ 3.407,34 e pode chegar a R$ 5.324 a partir de 2011.

O candidato interessado deverá efetuar as inscrições no site da Fundação Carlos Chagas a partir de  28 de julho a 11 de setembro.  Para esse certame haverá apenas  provas objetivas e serão aplicadas no dia 18 de outubro, na cidade de Goiânia (GO), em horários e locais divulgados, oportunamente, pela comissão de organizadora do concurso (FCC).

Nova Administração pode diminuir os concursos?

bandeira do brasilTemos percebido que há uma certa insegurança por parte dos candidatos ao serviço público toda vez que se aproxima a eleição. O principal motivo: o governo que vier vai manter os concursos públicos? Isso tem feito com que alguns alunos venham me procurar para saber se valerá mesmo ou não continuar estudando. A questão é a desmotivação que esse “buxixo” pode provocar no meio acadêmico.

No entanto, quero lembrar a você, candidato, que esse filme nós já vimos antes, em outros períodos eleitorais e até mesmo sem ser eleitorais. Podemos citar que, por ocasião da extinção da CPMF, lá em 2007, o governo federal anunciou que pararia as contratações por concurso público, que não haveria mais processo seletivo algum. Pois é, aconteceu exatamente o contrário. Vimos novamente esse filme quando ocorreu a crise financeira internacional, em 2008. Mais uma vez os concursos continuaram.

Claro que não posso garantir que agora será diferente, mas posso fazer essa análise otimista, sim, por conta do que venho observando como especialista do setor ao longo dos anos.

Vou enumerar algumas razões que justificam a minha opinião. Inicialmente, vale lembrar que o governo precisa repor quadros que são reduzidos a partir de aposentadorias.

Temos ainda, investimentos constantes em bancos, como o Banco do Brasil, Banco Central e Caixa Econômica Federal, que com frequência abrem agências e mais agências por todo o país.

A ampliação das agências do Instituto Nacional do Seguro Social também é uma promessa do governo federal, que só poderá ser cumprida se servidores forem contratados.

Neste momento, uma postura correta, na minha avaliação, é manter o ritmo de estudos. Estudar é acumular conhecimento. O que você estudar agora, mesmo que a decisão de paralisação momentânea seja adotada, não se perderá no futuro. Além disso, os descrentes vão deixar de lado a preparação. Isso fará com que você, que não desistiu de estudar, se fortaleça, esteja melhor qualificado para quando a oportunidade surgir.

Sendo assim, como costumo dizer, bons estudos!

Por: Cláudia Jones

TJ-SP: em breve, novo concurso!

TJ SPO  Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP) divulgou, recentemente, por meio de sua assessoria, que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) indeferiu a medida liminar movida no sentido de impedir a seleção, sob a alegação de ainda existirem remanescentes  aguardando convocação da seleção de 2012. “O concurso vai acontecer. O principal empecilho já foi superado e agora vamos concentrar esforços para definir a distribuição das vagas pelas regiões, para então podermos publicar os editais”, diz.

Segundo a assessoria, com a retomada dos preparativos da seleção, a expectativa é de que a distribuição de vagas seja encerrada dentro de um prazo de aproximadamente 20 dias, até o início de setembro. Com isto,  a publicação dos editais, inicialmente prevista para ocorrer em agosto, ficará para meados de setembro.

A oferta será de aproximadamente 1.000 vagas, distribuídas pelas dez regionais administrativas do órgão. A expectativa  é de que a maior parte seja para a primeira região, que engloba a capital e grande São Paulo, com aproximadamente 400 oportunidades previstas.

A remuneração inicial é de R$ 4.848, incluindo salário de R$ 3.878, auxílio-saúde de R$ 200, auxílio-alimentação de R$ 29 por dia e auxílio-transporte de R$ 6 por dia, considerando 22 dias e para concorrer ao cargo, basta possuir ensino médio.Já está certo que a organizadora será a Fundação Vunesp e que serão mantidos os conteúdos programáticos dos últimos concursos para o cargo, realizados em 2012 e 2013.

Nos dois, a seleção contou com duas fases, com provas objetiva na primeira e prova prática de digitação na segunda. A parte objetiva contou com 80 questões, sobre língua portuguesa (30), conhecimentos em direito (38) e conhecimentos gerais, incluindo atualidades (4), matemática (4) e informática (4). A parte de direito contou com temas sobre direitos penal, processual penal, processual civil, constitucional, administrativo e normas da corregedoria geral da justiça.

Correios: Atenção à matemática

CorreiosEnquanto aguardamos o edital dos Correios precisamos organizar a preparação. Vinicius Werneck, professor de matemática do QC, orienta os candidatos a  abordar em seus estudos, tópicos como geometria e itens de matemática financeira, como taxas de juros simples e compostas. “Também deve ser dado atenção a problemas de aritmética que envolvem M.D.C e M.M.C, problemas de razão proporcional direta, inversa e composta. Já em geometria, uma boa olhada em figuras planas, áreas e volume é essencial, pois o Cespe cobra com muita regularidade esses conteúdos”.

 

O mestre acredita que dois tópicos importantes e que não caíram na última prova pode se tornar presente no próximo edital:  geometria e matemática financeira. Segundo ele, houve algumas mudanças nos conteúdos programáticos nos últimos concursos, que desde então passou a abranger mais esses tópicos da disciplina.

Werneck alerta que  o candidato que deseja concorrer a uma das vagas dos Correios de 2014 com segurança, deverá realizar muitas baterias de provas de concursos anteriores, principalmente a última. “Dessa forma, ele estará conhecendo o tipo de questão e o modo de como ela é apresentada”.

Mesmo sem definição da organizadora, os candidatos devem se basear pela banca que organizou o último concurso, o Cespe. Para ele, é uma banca que costuma exigir um pouco mais de interpretação nas questões e isso demanda um pouco mais de atenção do candidato. “O candidato deve treinar as questões anteriores para se familiarizar com a maneira como são cobradas. O candidato deve ter uma atenção redobrada na hora de ler o enunciado, com certeza é onde ficam a maior parte dos reprovados nas provas aplicadas pelo Cespe”, aconselha.

Antes mesmo da publicação do edital, o  candidato deve fazer uma revisão em cima dos tópicos aqui citados, orienta o professor. “Uma vez ele tendo segurança no conteúdo, ele deve realizar muitas resoluções de concursos anteriores dos Correios. Uma vez esgotada, ele deve procurar provas anteriores similares do Cespe e continuar a fazer sua bateria de exercícios”.

Tj-RJ: professor do QC orienta candidatos

TJ-RJO  concurso do TJ-RJ, para cargos de nível médio e superior é aguardado com ansiedade pelos candidatos. A publicação do edital para ainda este ano  foi confirmada pela a  presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, desembargadora Leila Mariano.

As remunerações oferecidas pelo TJ são consideradas atrativas. O técnico judiciário recebe R$4.222,13, já o analista, R$6.498,26. Ambos os valores já incluem R$704 de vale-refeição. Os servidores contam ainda com auxílio-creche de R$874,75, para os que têm filho, enteado ou menor sob guarda, de seis meses a sete anos; auxílio–locomoção, de R$10,50 por dia; e plano de saúde e dentário.

Arenildo Santos, professor do QC analisa o grau de dificuldade das provas do TJ-RJ. “Levando-se em conta o estado do Rio de Janeiro, as provas do TJ se caracterizam, em geral, pela exploração do cansaço.  São, no mínimo, setenta questões, das quais a maioria  se destina à Língua Portuguesa, razão pela qual essa disciplina merece atenção especialíssima. No último concurso, realizado pela Fundação Carlos Chagas, trinta questões foram de Língua Portuguesa; as demais foram distribuídas quase regularmente entre as demais disciplinas: Informática, Direito Administrativo e outras, dependendo do nível e do cargo”, explica.
De acordo com o mestre, o candidato deve orientar-se pelas duas últimas provas destinadas ao TJ-RJ.  “Fazer ou refazer as provas oficiais já ocorridas é sempre um caminho eficiente de “reconhecimento do terreno”, ou seja, “familizarização” com o que é pertinente ao concurso”, orienta.
Em relação à importância das matérias, o especialista diz que a resposta a essa pergunta varia de acordo com o cargo específico do concurso.  “No que tange ao universo do Direito, por exemplo,  o último concurso priorizou, na prova de Analista Judiciário, Execução de Mandados, o Direito Processual Civil (10 questões).  Cada uma das demais disciplinas do Direito ficou com 5 questões.   No universo da Língua Portuguesa, o último concurso, para os cargos de Analista, apresentou a Discursiva de Redação, “aterrorizando” muitos candidatos com o famoso “Estudo de Caso”, tipo de texto que não necessariamente segue o padrão de uma Dissertação Argumentativa”.
A banca organizadora ainda não está definida, porém os candidatos devem iniciar seus estudos mesmo assim. “É claro que, dependendo da banca, há certas peculiaridades a serem seguidas.  Por isso mesmo, é necessário cautela.  Não adianta estudar o que não é certo cair, pois pode representar perda de tempo.  O mais importante mesmo é o candidato estudar aquilo que é certo cair:  num primeiro momento, Língua Portuguesa. Gramática e Interpretação.  O Direito Administrativo também é certo.  Se o candidato conseguir uma boa base nessas disciplinas, ele poderá, com segurança, dedicar-se  às demais disciplinas, depois de divulgado o edital.  É a tática mais segura que conheço”, explica.
No último comunicado oficial à imprensa, a desembargadora, anunciou a inclusão da disciplina de Raciocínio Lógico e sugeriu Custas Judicias, esta, já constava do conteúdo de Consolidação, porém, pode ser cobrada mais intensamente. ” Muitos candidatos simplesmente repelem, de suas escolhas, os concursos que exploram Raciocínio Lógico.  Como o TJ é sempre um concurso muito apelativo, esses candidatos que costumam fugir do Raciocínio Lógico vão ter de enfrentar o problema.  O mais importante é que o candidato abra a sua mente, não crie “fantasmas”.  Nenhuma matéria é tão difícil a ponto de não ser compreendida pelo candidato.  Noutras palavras, a entrada de RLM no próximo edital, coloca o candidato diante de mais um desafio, e isso não pode desanimá-lo; ao contrário, será mais um desafio a ser superado. Acredite: a vitória, depois, ficará muito mais “saborosa”.
O que estudar – Enquanto o edital não sai, os interessados podem se basear na última seleção, feita em 2012, pela Fundação Carlos Chagas (FCC). As provas constaram de :
15 de Legislação,
Para analista sem especialidade, foram exigidas 90 questões. Já para os analistas com especialidade, 70.
                              Veja outras matérias relacionadas com o assunto:

Sucesso nos Concursos: Prova mais fácil não garante vaga

Sabemos que as seleções para Nível Médio exigem menos em conhecimento, mas, ao mesmo tempo, são muito mais concorridos

 Muitas pessoas ficam em dúvida sobre qual nível de escolaridade escolher nos concursos. Sabemos que as seleções para Nível Médio exigem menos em conhecimento, mas, ao mesmo tempo, são muito mais concorridos. E é a este ponto que o candidato deve ficar atento.

Claro que existe uma nota mínima prevista no edital para que o concorrente seja classificado, mas o que vai importar é quantas pessoas sabem mais do que ele no processo, já que esses candidatos garantirão a vaga antes. A avaliação de que os concursos que exigem Nível Médio são mais fáceis tem gerado grande procura por essas provas, criando concorrência acirrada. É exatamente por isso que os candidatos devem tomar cuidado ao escolher o nível da prova. Veja abaixo mais dicas.

Cláudia Jones é jornalista especializada e gerente de comunicação do site Questões de Concursos

Cláudia Jones é jornalista especializada e gerente de comunicação do site Questões de Concursos

Pergunta e resposta

“Eu tenho Nível Superior em Administração, mas quero começar a fazer concursos de Nível Médio. Estou muito confusa, já que algumas pessoas me falam que essas provas são mais fáceis que as outras. No entanto, ao mesmo tempo, o salário inicial é muito inferior. Qual concurso você me aconselha a fazer? Luciana, Pilares- RJ

Olá, Luciana. Existe uma falsa sensação de que os concursos de Nível Médio são mais fáceis. Mas o que realmente acontece é que o conteúdo programático nesses casos é cobrado com menor profundidade, e o nível de exigência é mais baixo que nas seleções para candidatos com Nível Superior.

Entretanto, o que torna as provas mais fáceis ou mais difíceis de passar, com raras exceções, é a relação entre o número de candidatos e de vagas. Ou seja, a concorrência que o candidato terá que enfrentar na prova.

Existe, obviamente, uma nota mínima prevista no edital para que o candidato seja classificado, mas o que vai realmente importar é quantas pessoas sabem mais que ele no processo, pois essas garantirão a vaga antes daqueles que não estão preparados para fazer a prova.

Como a procura por concursos de Nível Médio é muito grande, a relação candidato/vaga segue a mesma lógica. O candidato terá muito mais concorrentes, e a probabilidade de ter mais pessoas que se prepararam melhor aumenta ao mesmo tempo.

Os candidatos que possuem formação intermediária só podem se inscrever nos concursos que exigem esse grau, em detrimento dos candidatos que têm Nível Superior, que podem se inscrever em ambas as seleções. Isso explicaria a procura desproporcional por concursos que cobram apenas o Nível Médio atualmente.

Já para os candidatos que têm curso superior, eu aconselho a buscar um concurso com vagas para o seu grau de instrução. Apesar de as disciplinas terem maior complexidade, a relação candidato/vaga para essas provas será muito menor. E isso facilita a aprovação do candidato, que terá menos concorrentes. Bons estudos!

Rumo ao INSS: professor Dênis França orienta os candidatos

Dênis FrançaOs concursos para técnico do INSS não são muito complexos. Exigem do candidato muito mais atenção, dedicação e regularidade nos estudos do que qualquer outra habilidade. Não é que sejam concursos fáceis – os concursos fácies estão em rápida extinção –, mas apenas que não são complexos. Ou seja, trata-se de um edital que, historicamente, premia quem faz o dever de casa, se concentra no seu foco com antecedência e não tem preguiça de ler e treinar.

Assim, o candidato focado tem plenas condições de se antecipar e garantir os estudos das matérias cobradas no último edital, que foi publicado em 2011. As disciplinas se dividem entre conhecimentos gerais e específicos. No primeiro bloco, são tradicionalmente abordadas as seguintes disciplinas: Língua Portuguesa; Noções de Informática; Raciocínio Lógico; Noções de Direito Administrativo; Noções de Direito Constitucional; Ética no Serviço Público e Regime Jurídico dos servidores públicos federais.

Já no bloco dos conhecimentos específicos, são abordados os temas do Direito Previdenciário, objeto principal de trabalho dos servidores do INSS, o que justifica sua maior relevância.

Recomenda-se, portanto, muita dedicação no estudo do Direito Previdenciário, até porque, na última prova, foram 40 questões sobre essa disciplina e apenas 20 sobre todas as outras. Mesmo assim, porém, o candidato não pode se descuidar de todos os assuntos, a fim de garantir sua aprovação com boa pontuação em todos os temas.

Uma boa dica para o candidato que deseja pegar firme nos estudos é consultar as provas anteriores do INSS para ver como foi a abordagem, o grau de aprofundamento e divisão das questões na prova, dentre outros aspectos, porque isso oferecerá salutar norte para orientação dos estudos, na divisão do tempo, na escolha dos materiais necessários etc.

O candidato que se antecipa, não espera a publicação do edital para se dedicar aos estudos, treina muitas questões e tem paciência para ler e reler os conteúdos, dá importantes passos para sua aprovação.

 

ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO E REGIME JURÍDICO ÚNICO

Os assuntos “Ética no Serviço Público” e “Regime Jurídico Único” possuem, em comum, uma facilidade para os estudos: seu conteúdo está praticamente todo condensado em certas leis ou decretos.

Isso ajuda o candidato a determinar o tamanho de sua tarefa, que, basicamente, se resume à leitura da legislação e, é claro, à realização de muitos exercícios, que ajudam a perceber como os temas são cobrados e a fixar as informações.

Portanto, o momento é apropriado para o início da leitura dos Decretos Federais 1.171/94 e 6.029/07, além da Lei Federal 8.112/90, cuja cobrança na prova é sempre certa.